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Por que “Da Magia a Sedução” é o melhor filme para assistir no Halloween?

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Vai chegando a época de Halloween
e os clássicos de Dia das Bruxas voltam a passar na programação da TV. Filmes de terror e suspense, além de bruxaria, claro, sempre entram na lista de produções para assistir no período. Mas um filme que nem sempre figura nesse grupo é “Da Magia a Sedução”, clássico com Sandra Bullock
e Nicole Kidman.



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“Da Magia a Sedução”

Da Magia a Sedução
”, que completou 20 anos em 2018, conta a história de duas irmãs, Sally (Sandra Bullock) e Gillian (Nicole Kidman) que não poderiam ser mais diferentes. Elas são bruxas e sua família sofre uma infeliz maldição que diz que qualquer pessoa por quem elas se apaixonem vai morrer. Sally cresce evitando magia e buscando não se apaixonar. Gillian se aproveita de seus poderes e busca amores em todos os lugares.

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E são esses amores que permeiam as bruxarias, poções e feitiços do longa. Mas, além disso, existem muitos motivos que fazem desse filme ótimo para o período e nós separamos todos a seguir:

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Sandra Bullock e Nicole Kidman juntas



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“Da magia a Sedução”

Gillian vai embora de casa e vive por aí entre festas e só quer saber de curtir a vida. Mas seu vínculo com a irmã é tão forte que Sally sabe exatamente quando a irmã está em apuros. A relação das duas irmãs é profunda e bonita, longe da competição que normalmente se vê. De quebra, temos duas atrizes vencedoras do Oscar juntas em cena.

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Stockard Channing



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“Da magia a Sedução”

Muita gente se recusa a admitir, mas Rizzo (Stockard Channing) é a melhor personagem de “Grease”, muito por conta do charme e talento de Channing. Apesar de não ter uma carreira tão distinta no cinema, é ótimo ter um gostinho dela como uma bruxa.

Bruxas do bem



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“Da Magia a Sedução”

Bruxaria pode dar lucro. Quando as irmãs ainda são pequenas, elas vão morar com as tias Jet (
Dianne Wiest) e Frances (Stockard Channing), que ganham um dinheiro extra fazendo alguns feitiços por aí. Mesmo assim, elas evitam usar seu poder em público e não usam sua magia para fazer maldades.

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Evan Rachel Wood antes de Dolores



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“Da Magia a Sedução”

Hoje ela brilha como Dolores em “Westworld”, mas a carreira de Evan Rachel Wood no cinema começou muito cedo. Ela não tinha nem 10 anos quando fez o filme e depois disso trilhou uma bela carreira com filmes no currículo como “Aos Treze” e “Across The Universe”. A atriz, inclusive, já falou que toparia fazer uma continuação da história das irmãs. Seria um sonho!

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Da Magia a Sedução



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“Da magia a Sedução”

Com “Sabrina” de volta mais obscura e a nova alta das produções de terror, vemos que o formato segue muito bem, capaz de assombrar o sono de muita gente.

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Mas, para quem quer entrar no clima de Halloween sem levar susto, “ Da Magia a Sedução
” tem todos os ingredientes mágicos tão satisfatórios para a época do ano.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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