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Por causa de incêndio, santuário transfere 5 elefantes para área segura em MT

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Por G1 MT

O incêndio que atinge o Santuário de Elefantes Brasil (SEB) – o único da América Latina, fez com que a equipe do local transferisse os cinco elefantes para uma área segura na propriedade, em Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá.

Segundo o SEB, a queimada começou na sexta-feira (9) por conta de uma técnica corta-fogo malsucedida em uma propriedade vizinha e se alastrou rapidamente pelo setor norte do Santuário.

O terreno irregular e a mudança de rota dos ventos dificultaram ainda mais o controle da situação.

Apesar do esforço de bombeiros, brigadistas, funcionários do Santuário e vizinhos da região, grande parte da propriedade foi queimada.

Os prejuízos ambientais só não foram maiores graças ao plano de contingência do próprio Santuário, que já estava alerta e preparado com tratores, caminhão pipa e demais recursos para lidar com possíveis focos de incêndio.

Atualmente, o Santuário abriga cinco elefantes resgatados. Desde que as chamas se intensificaram, Maia, Rana, Lady, Mara e Bambi foram encaminhadas para os recintos um, dois e três, que ficam próximos à área de cuidados veterinários e têm dois hectares.

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Por conta da relação de confiança e respeito construída entre os elefantes e a rotina do Santuário, todos os animais estão bem e se alimentando normalmente, e não apresentaram nenhum sinal de estresse ou reação adversa à situação.

O santuário

A instituição começou a operar no local há três anos. Atualmente, o local abriga cinco elefantas asiáticas, conhecidas como Maia, Rana, Lady, Mara e Bambi, que foram resgatadas de circos onde sofriam maus-tratos.

Bambi é a 7ª moradora do Santuário de Elefantes do Brasil. Guida e Maia foram os primeiros elefantes do santuário e chegaram em Mato Grosso em outubro de 2016. Também já viveu no local a elefanta Ramba, que morreu em dezembro do ano passado. Guida morreu em junho, também no ano passado.

O santuário em Chapada dos Guimarães é o único da América Latina. No mundo todo, há seis santuários do tipo. O Brasil foi escolhido para a instalação do local de proteção aos elefantes tanto pelo posicionamento geográfico, quanto pelo arcabouço legislativo mais favorável.

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Cidades

Governo regulamenta renegociação de dívidas com o Fies

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O governo federal regulamentou o programa que permite a renegociação de dívidas de financiamentos concedidos com recursos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A medida estava prevista na Lei nº 14.024/2020, sancionada em julho, que suspendeu o pagamento de parcelas do Fies até 31 de dezembro, em razão da pandemia de covid-19.

A resolução do Comitê Gestor do Fundo de Financiamento Estudantil, com as regras do programa, foi publicada hoje (22) no Diário Oficial da UniãoA medida vale para os contratos assinados até o segundo semestre de 2017 e para os débitos vencidos e não pagos até o dia 10 de julho deste ano, na fase de amortização, quando o estudante já concluiu o curso.

A resolução entra em vigor em 3 de novembro e a adesão ao programa poderá ser solicitada ao banco até 31 de dezembro e será efetuada mediante termo aditivo ao contrato de financiamento, podendo ser assinado eletronicamente pelos financiados e seus fiadores.

No caso de quitação, em parcela única, do débito vencido ou saldo devedor total, haverá redução de 100% dos encargos moratórios, desde que o pagamento seja feito até 31 de dezembro. Também poderá ser feita a liquidação do saldo devedor em quatro parcelas semestrais, até 31 de dezembro de 2022, ou 24 parcelas mensais, com redução de 60% dos encargos e pagamento a partir de 31 de março de 2021.

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Já os parcelamentos do saldo devedor feitos em 145 ou 175 parcelas mensais receberão redução de 40% e 25%, respectivamente, e os pagamentos começam a partir de janeiro de 2021. Em caso de prorrogação do estado de calamidade pública em razão da pandemia, ficará suspensa automaticamente a obrigação do pagamento da primeira parcela em janeiro, exceto no caso da liquidação total em parcela única.

O valor da parcela mensal resultante da renegociação não poderá ser inferior a R$ 200, mesmo que isso implique redução do prazo máximo de parcelamento. Os descontos concedidos no programa são referentes apenas aos encargos moratórios, permanecendo a cobrança dos débitos contratuais.

Será permitida apenas uma renegociação no âmbito do programa. Em caso de não pagamento de três parcelas consecutivas ou alternadas do saldo devedor renegociado, o cidadão perderá o direito ao desconto concedido sobre os encargos, e o valor correspondente será reincorporado ao saldo devedor do financiamento.

As pessoas que têm dívidas em discussão judicial e queiram aderir ao programa de regularização deverão renunciar em juízo à ação. Nesse caso, a renúncia sobre quaisquer alegações de direito é irretratável e não exime o autor da ação do pagamento de custas e honorários advocatícios.

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O Fies é o programa do governo federal que tem o objetivo de facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies).

O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros.

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