conecte-se conosco


Polícia

Polícias Civil e Militar prendem suspeito e esclarecem latrocínio em Itiquira

Publicado

Assessoria | PJC-MT

Em menos de 24 horas, um latrocínio ocorrido na zona rural de Itiquira (357 km ao Sul) foi esclarecido pela Polícia Judiciária Civil com apoio da Polícia Militar, com a prisão em flagrante do autor do crime. Após diligências ininterruptas das equipes policiais, o trabalho resultou na recuperação dos objetos roubados e na apreensão de uma motocicleta furtada e da arma de fogo usada para executar a vítima. 

Apontado como autor do crime, Magno Luiz de Azevedo, 19, foi preso na manhã desta quarta-feira (17.10) e autuado em flagrante por latrocínio e furto. 

O crime aconteceu no final da manhã de terça-feira (16.10), na propriedade agrícola “Chácara Santa Lúcia”.  O dono da propriedade, José Antonio da Silva de 55 anos, foi rendido enquanto andava de trator. Durante a ação criminosa, foram roubados televisores, motosserra e uma espingarda de pressão.

Após o roubo, José Antonio foi levado junto aos pertences, em um veículo Fiat Uno de cor branca.  Logo que acionados, os policiais iniciaram as investigações para apurar a ocorrência de roubo e desaparecimento da vítima. Horas mais tarde, o automóvel suspeito foi localizado estacionado com vários pertences no seu interior.

Leia mais:  DRE bate recorde em apreensões e prisões de traficantes e fornecedores de drogas

Nas diligências, os policiais descobriram que o veículo pertencia ao pai do suspeito, que questionado,  informou que emprestou o carro para o  filho realizar uma mudança. Com base na informação, as equipes passaram a noite em campana para levantar o possível paradeiro do jovem e localização da vítima.

Porém ao amanhecer, uma pessoa compareceu na Delegacia de Polícia de Itiquira para registrar o furto de sua motocicleta Honda Fan 125, ocorrido na madrugada. O fato levantou suspeita dos investigadores, que desconfiaram que o autor do furto poderia ser Magno, com objetivo de empreender fuga.

Em continuidade as diligências, os policiais seguiram até um assentamento e na via de acesso se depararam com o suspeito pilotando a motocicleta furtada. Ao perceber a aproximação da equipe o mesmo tentou escapar, porém foi detido.

Perguntado sobre a vítima, Magno confessou que matou José Antonio a tiros na região dos eucaliptos. O acusado levou os policiais até o corpo da vítima, que estava coberto com galhos de árvores, com um disparo de arma de fogo na nuca. Na casa de Magno, foi apreendida uma espingarda calibre 36 carregada com um cartucho intacto, além da espingarda de pressão e uma roçadeira, roubadas da propriedade agrícola.

Leia mais:  Polícia Civil indicia madrasta por homicídio qualificado na morte de criança de 11 anos

Conduzido à Delegacia de Polícia de Itiquira, o autor do latrocínio foi preso em flagrante pelos crimes de roubo seguido de morte e furto. Após confecção dos autos, Magno Luiz de Azevedo foi colocado à disposição da Justiça.

 

Comentários Facebook
publicidade

Polícia

Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

Publicado

Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

Leia mais:  PRF apreende carga de carvão, com reaproveitamento de Guia Florestal e Nota Fiscal, em Sorriso/MT

Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana