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Polícia Civil recupera veículo furtado em Goiás que circulava com placa clonada

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Assessoria/PJC-MT

Em atuação conjunta, equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) e da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos da Capital conseguiram recuperar um veículo de luxo roubado no estado de Goiás e prenderam um suspeito, nesta sexta-feira (07.02).

A equipe de Rondonópolis foi comunicada pela Derrfva de que haveria um veículo Honda Civic rodando na cidade com a mesma placa de um carro de Cuiabá, também do mesmo modelo. A proprietária do veículo de Cuiabá foi contatada e informou que seu carro permanece em sua posse.

Com as informações repassadas pela Derrfva, policiais de Rondonópolis conseguiram localizar o Honda Civic no bairro Parque Universitário, em posse de um homem de 41 anos. Ele informou à Polícia Civil que faz empréstimos e recebe bens dos devedores como garantia. Segundo o suspeito, o veículo encontrado com ele foi entregue como garantia de um valor emprestado de R$ 20 mil, com juros de 10% ao mês. Ele relatou ainda aos policiais que há aproximadamente duas semanas, o devedor entrou em contato informando que o veículo era clonado.

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Em checagem, a Derf-Rondonópolis verificou que o número do chassi era divergente do informado no documento veicular. Os policiais constaram pela numeração do chassi que o Honda Civic tem uma placa original do estado de Goiás e foi furtado em 2013.  Já a cédula da documentação veicular que acompanhava o veículo foi furtada da agência do Ciretran de Rondonópolis, em 2017.

O suspeito foi detido e encaminhado à Derf, onde foi registrado o auto de prisão em flagrante

O carro foi removido ao pátio da delegacia e o documento veicular apreendido.

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Polícia

Jovem morre durante protesto por homem negro morto por policial branco nos EUA

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Na madrugada deste sábado (30), a polícia de Detroit (EUA) confirmou a morte de um jovem de 19 anos, baleado durante protestos pelo assassinato de George Floyd, um homem negro de 46 anos que foi asfixiado até a morte por um policial branco de Minneapolis.

Os tiros foram disparados por um suspeito desconhecido, que dirigia um Dodge Durango cinza. A vítima chegou a ser encaminhada para um hospital da região, mas acabou morrendo. A polícia de Detroit não confirmou se o jovem participava dos protestos, mas disse que estava em meio a um tiroteio que aconteceu no centro da cidade, onde as manifestações seguem ocorrendo.

Mais cedo, o chefe da polícia de Detroit, James Craig, disse que uma pessoa havia sido presa depois de tentar atropelar um policial. “Não vou ficar parado e deixar que uma pequena minoria de criminosos entre aqui e ataque nossos policiais. Não vamos tolerar isso ”, disse Craig.

Protestos pelos EUA

Na madrugada de sábado (30), as manifestações se espalhavam por 17 estados americanos, atingindo cidades como Nova York, Los Angeles, Washington e São Francisco.

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O governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou que a situação no estado continua “incrivelmente perigosa” durante uma entrevista coletiva nesta madrugada. A capital Minneapolis, onde cerca de 50 pessoas foram presas durante a madrugada, ainda é considerada o epicentro dos protestos mesmo após decretado um toque de recolher.

No início da noite de sexta-feira (29), a polícia de Washington precisou formar um cerco de proteção à Casa Branca.

Em Atlanta, manifestantes arremessaram bombas, tijolos e estilhaços de vidro na sede da CNN. A fachada do edifício também foi pichada e uma bandeira dos Estados Unidos foi queimada em frente ao prédio. Os manifestantes exibiram placas com a mensagem #BlackLivesMatter (“vidas negras importam”, em português).

Durante uma transmissão ao vivo dos protestos na cidade de Minneapolis, Omar Jimenez, um repórter da CNN, negro e latino, foi detido pela polícia, mesmo após se identificar como jornalista. O produtor Bill Kirkos e o fotógrafo Leonel Mendez, membros da equipe de Jimenez, também foram presos. O jornalista Josh Campbell, que é branco e estava no local, chegou a ser abordado, mas, diferente de Jimenez, não foi levado para a delegacia. Cerca de meia hora depois, todos foram soltos.

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