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Polícia Civil recupera objetos e prende envolvidos em furto em Vila Rica

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil de Vila Rica (1.259 km a Nordeste) esclareceu um crime de furto qualificado ocorrido no município, com a prisão de três pessoas envolvidas, na tarde de segunda-feira (03.12). Além de dois homens presos e um menor apreendido, o trabalho resultou na recuperação dos objetos furtados e apreensão de armas de fogo.

Rondisley Igor Soares Ferreira e Jhonathan Pawemer Ferreira Carvalho são acusados de furto qualificado, posse ilegal de arma de fogo e corrupção de menores. O adolescente responderá ato infracional análogo aos crimes de furto qualificado e posse ilegal de arma de fogo.

As investigações iniciaram após um furto ocorrido no mês de novembro, em um galpão particular situado no bairro Cidade Jardim. Na ocasião, foram subtraídos diversos maquinários como roçadeira motorizada, bomba de bater veneno, lavadora de calçadas, entre outros produtos.

Durante as diligências para apurar a ocorrência, os policiais civis identificaram uma residência no bairro Jardim, onde os objetos furtados poderiam estar.

Com base nos indícios os investigadores realizaram vigilância nas proximidades da casa, conseguindo surpreender Jhonathan e o menor, em poder das ferramentas furtadas. Uma espingarda que estava escondida em uma cama box também foi apreendida no imóvel.

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Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Polícia, onde foram interrogados pelo delegado Renato Resende do Nascimento e assumiram as acusações. Eles relevaram que havia outra espingarda de calibre 28, guardada por Rondisley, morador na zona rural do município de Vila Rica.

Em ato contínuo, a equipe foi até o Assentamento indicado pelos detidos, onde localizaram e apreenderam a arma em poder de Rondisley. O suspeito também foi encaminhado à Delegacia de Polícia e preso em flagrante delito.

Após a confecção dos autos os envolvidos foram colocados à disposição da Justiça.

 

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Núcleo de Desaparecidos proporciona contato entre mãe e filho após 24 anos separados

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Depois de 24 anos separados, mãe e filho tiveram a oportunidade de se falar novamente após atuação do Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso. A separação de Sueli Soares da Roda do seu filho, na época de apenas 2 anos de idade, ocorreu no ano de 1995, depois que ela foi expulsa pelo marido de casa, no Paraguai.

As investigações que reaproximaram mãe e filho iniciaram após um site de enviar email à Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, via Assessoria de Comunicação, relatando a história de uma tia em busca de informações do sobrinho. O pedido foi encaminhado para o Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Delegacia Especializada de Proteção a Pessoa (DHPP), que através dessa tia, conseguiu o contato da mãe, Sueli Soares da Rosa.

Aos policiais, Sueli que atualmente mora na ciade de Mingatorâ (MS), informou que no ano de 1995, vivia com o marido e o filho no Paraguai e após uma briga foi expulsa de casa, pelo companheiro, que não a deixou levar o filho, de 2 anos idade. Sendo ameaçada de morte pelo marido, ela fugiu para o Brasil, porém, 30 dias depois voltou ao Paraguai para buscar o filho, mas o pai tinha mudado com a criança para o Estado de Mato Grosso do Sul.

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Desde então, Sueli não teve mais contato com o filho, que atualmente está com 25 anos de idade. Com os detalhes passados pela mãe, a equipe do setor de desparecidos iniciou buscas nos sistemas, conseguindo informações sobre o filho, na cidade São José do Rio Claro, Mato Grosso.

Os policiais da Delegacia do município foram acionados para realizar diligências em buscas do desaparecido, sendo descoberto que ele morou por um certo período em São José do Rio Claro, e atualmente estava na cidade de Nova Maringá. Com base nos levantamentos, o Núcleo de Desaparecidos providenciou o contato entre mãe e filho, após 24 anos sem notícias um do outro.

Depois de falar com o filho, Sueli agradeceu a equipe do Núcleo de Desaparecidos pelo trabalho e dedicação dos policiais no caso.

“Eu estou muito feliz, só Deus para explicar toda felicidade que estou sentindo. Agradeço o trabalho maravilhoso realizado que deu fim a 24 anos de aflição, sem notícias, sobre meu filho. Agora eu e meu filho conversamos todos os dias, e apesar de o encontro ser um pouco difícil, por causa da distância, vamos fazer o possível para nos encontramos em breve”, disse Sueli.

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Fonte: PJC MT
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