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Polícia Civil promove debates sobre violência contra a mulher nesta sexta-feira (07/12)

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Assessoria | PJC-MT

Como mobilização social da agenda de atividades dos 16 Dias de Ativismo, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, em parceria com a Coordenadoria de Polícia Comunitária da Polícia Judiciária Civil, promove nesta sexta-feira (07.11), o “I Painel de Debates sobre Violência Contra a Mulher”.

O evento ocorrerá  no auditório da sede da Polícia Civil, em Cuiabá, das 13h às 18h, com exposições sobre violência sexual infanto-juvenil, ministrada pelo delegado coordenador de Polícia Comunitária, Gênison Brito Alves Lima; feminicídio com a promotora de Justiça Sasenazy Soares da Rocha Daufhenbach, do Núcleo  das Promotorias de Violência Doméstica de Cuiabá; acolhimento às Vítimas de Violência, com a psicóloga Isabel Silveira, que é diretora geral da Univeritas e ex-superintendente de Políticas Públicas para Mulheres de Mato Grosso.

O evento é direcionado à capacitação de servidores da Polícia Judiciária Civil, preferencialmente, aos policiais que atuam nas unidades especializadas de defesa da mulher da  região metropolitana e interior, DEDDICA, Plantões de Cuiabá e Várzea Grande, assistentes sociais e psicólogos da PJC, além do Conselho Estadual dos Direitos da  (CEDM) e os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e Adolescente (CMDCA), dos Direitos da Mulher (CMDM), dos Direitos da Pessoa Idosa (COMDIPI), e ainda Conselhos de Segurança (Consegs) e Clube de Mães.

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Todos os participantes receberão certificado, que será enviado nominal por email, para aqueles que tiverem assinado a lista de presença.

A mobilização mundial dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra as mulheres acontece em vários países no período de 25 de novembro a 10 de dezembro. No Brasil as atividades começaram na última terça-feira, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

As atividades da Polícia Civil, coordenadas pela Delegacia da Mulher e Polícia Comunitária, iniciaram no dia 23 de novembro, com mutirão de atendimentos, palestras dos projetos sociais da PJC, na escola Do Betinho, no bairro  Cinturão Verde, região do Pedra 90. No dia 30 de novembro o bairro Altos da Serra foi atendido com os trabalhos.

As ações da Polícia Civil finalizam com o “I Painel de Debates sobre Violência Contra a Mulher, que ocorre nesta sexta-feira (07).

“A Delegacia da Mulher de Cuiabá está satisfeita em poder contribuir proporcionando mais uma oportunidade para aquisição de conhecimento, troca de experiências e a compreensão do que a sociedade espera do nosso trabalho e, assim, possamos fazer a diferença na vida de milhares de vítimas que atendemos”, disse a delegada Jozirlethe Magalhães Criveletto.

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Capacitação

A delegada frisa que a Especializada em 2018 vem trabalhando arduamente, não somente com o seu papel repressivo, mas, especialmente, na prevenção da violência doméstica.

Começamos o ano apresentando o anuário 2017 justamente visando desvendar o perfil das vítimas atendidas na Delegacia da Mulher, o que muito pôde contribuir em nossas demais ações ao longo do ano, inclusive embasando os trabalhos de outras instituições.

“Encerramos 2018, focalizando o trabalho no cenário da capacitação,  a qual muito tem sido objeto de reivindicação dos movimentos de mulheres e da sociedade feminina em Cuiabá,  as quais reconhecem que a porta de entrada para atendimento quanto a violência é a Delegacia. Desta forma,  essa porta de entrada deve ser  acolhedora, receptiva, não eivada de preconceitos, eficaz no atendimento ofertado e de pronta-resposta às necessidades ali pleiteadas”, pontua Jozirlethe.

“Cremos que essa melhoria e excelência em atendimento só conseguimos  por meio da capacitação dos profissionais que atendem as vítimas nesse primeiro momento, como preconiza o Art. 8º VII. da Lei 11340/06”, completou a delegada.

 

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Núcleo de Desaparecidos proporciona contato entre mãe e filho após 24 anos separados

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Depois de 24 anos separados, mãe e filho tiveram a oportunidade de se falar novamente após atuação do Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso. A separação de Sueli Soares da Roda do seu filho, na época de apenas 2 anos de idade, ocorreu no ano de 1995, depois que ela foi expulsa pelo marido de casa, no Paraguai.

As investigações que reaproximaram mãe e filho iniciaram após um site de enviar email à Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, via Assessoria de Comunicação, relatando a história de uma tia em busca de informações do sobrinho. O pedido foi encaminhado para o Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Delegacia Especializada de Proteção a Pessoa (DHPP), que através dessa tia, conseguiu o contato da mãe, Sueli Soares da Rosa.

Aos policiais, Sueli que atualmente mora na ciade de Mingatorâ (MS), informou que no ano de 1995, vivia com o marido e o filho no Paraguai e após uma briga foi expulsa de casa, pelo companheiro, que não a deixou levar o filho, de 2 anos idade. Sendo ameaçada de morte pelo marido, ela fugiu para o Brasil, porém, 30 dias depois voltou ao Paraguai para buscar o filho, mas o pai tinha mudado com a criança para o Estado de Mato Grosso do Sul.

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Desde então, Sueli não teve mais contato com o filho, que atualmente está com 25 anos de idade. Com os detalhes passados pela mãe, a equipe do setor de desparecidos iniciou buscas nos sistemas, conseguindo informações sobre o filho, na cidade São José do Rio Claro, Mato Grosso.

Os policiais da Delegacia do município foram acionados para realizar diligências em buscas do desaparecido, sendo descoberto que ele morou por um certo período em São José do Rio Claro, e atualmente estava na cidade de Nova Maringá. Com base nos levantamentos, o Núcleo de Desaparecidos providenciou o contato entre mãe e filho, após 24 anos sem notícias um do outro.

Depois de falar com o filho, Sueli agradeceu a equipe do Núcleo de Desaparecidos pelo trabalho e dedicação dos policiais no caso.

“Eu estou muito feliz, só Deus para explicar toda felicidade que estou sentindo. Agradeço o trabalho maravilhoso realizado que deu fim a 24 anos de aflição, sem notícias, sobre meu filho. Agora eu e meu filho conversamos todos os dias, e apesar de o encontro ser um pouco difícil, por causa da distância, vamos fazer o possível para nos encontramos em breve”, disse Sueli.

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Fonte: PJC MT
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