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Polícia

Polícia Civil prende suspeito de tentar matar garota de 14 anos em Porto Alegre do Norte

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Assessoria | PJC-MT

O autor de uma tentativa de homicídio foi preso pela Delegacia de Polícia Judiciária Civil, do município de Porto Alegre do Norte (1.125 km a Nordeste), na manhã desta terça-feira (06.11), em cumprimento de mandado de prisão.

Alexandro Lino Alves da Silva, 28, estava com a ordem judicial de prisão preventiva em aberta, decretada pelo juízo da Comarca de Porto Alegre do Norte, por homicídio qualificado tentado.

O crime aconteceu na noite do dia 16 de dezembro de 2016, após desentendimento em uma casa noturna. Na época, a vítima estava com 14 anos e acabou entrando em vias de fato com outra garota.

Depois do ocorrido, a menor, ao retornar para casa, foi seguida por duas pessoas em uma motocicleta. O garupa, em posse de uma arma de fogo, efetuou um disparo atingindo a região das costas da adolescente.

Na ocasião, a vítima foi socorrida e encaminhada para o Hospital Municipal de Confresa. No entanto, mesmo com procedimento cirúrgico, a menor sofreu sequelas com debilidade permanente de membros, na função locomotora, incapacidade permanente para o trabalho e deformidade permanente de membros superiores.

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Durante diligências para apurar a ocorrência, os policiais civis identificaram os autores da tentativa de homicídio, os quais tiveram os pedidos de prisão preventiva, representados pelo delegado André Rigonato.

Com o mandado de prisão deferido, a equipe da Polícia Civil de Porto Alegre do Norte conseguiu surpreender o acusado no seu local de trabalho.

Investigado por envolvimento em outros crimes praticados na região, Alexandro foi conduzido para Delegacia de Polícia, interrogado e posteriormente transferido para Cadeia Pública da cidade.

 

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Gefron intensifica barreira para impedir entrada de estrangeiros em Mato Grosso

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) vai reforçar a atuação policial em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa restringir, de forma excepcional, a entrada de estrangeiros em Mato Grosso e evitar a propagação do coronavírus (Covid-19).

Com o empenho da tropa do grupamento e da Polícia Militar (PM-MT), a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A medida restritiva é de caráter excepcional e temporária no prazo de 15 dias, podendo ser prorrogado.

No período estão proibidos a entrada de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública

“Vamos aumentar nosso efetivo de policiais atuando na fronteira para cumprir a determinação do Governo Federal. Já desempenhamos um trabalho periódico de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e agora vamos intensificar ainda mais”, afirma o comandante do Gefron, tenente-coronel PM, Fábio Ricas.

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A base operacional do grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres).

A portaria traz algumas exceções. Fica autorizada a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro.

A restrição de que trata esta portaria não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

O descumprimento das medidas disciplinadas nesta portaria implicará em responsabilização civil, administrativa e penal do agente infrator, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

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