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Polícia Civil prende suspeito de roubo a sítio que levou família como refém  

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Assessoria/PJC-MT

Policiais civis de Comodoro prenderam neste sábado (30.11) o suspeito de um roubo praticado no início da semana na região rural de Brasnorte. D.A.A., 24 anos, e uma adolescente de 16 anos, cometeram rouboem um sítio na Gleba Tibaji, e fugiram levando um veículo e três pessoas como reféns, entre elas uma criança de um ano de idade. 

A Polícia Civil de Sapezal comunicou a delegacia de Comodoro de que o suspeito estaria escondido no município, que realizaram diligências para localizar o foragido.

Na tarde deste sábado, o suspeito teve o mandado de prisão preventiva cumprido após se apresentar na delegacia de Comodoro. Ele será encaminhado para audiência de custódia na Justiça. 

O crime

No dia 25 de novembro, por volta das 17 horas, duas pessoas invadiram dois sítios na zona rural de Brasnorte. Na primeira propriedade roubaram uma motocicleta. Em seguida, se dirigiram ao segundo sítio, onde um homem e uma mulher armados roubaram um veículo modelo Fiat Strada, fazendo três moradores da mesma família, entre eles uma criança de um ano, como reféns, e fugiram em direção à cidade de Sapezal. No trajeto, uma das vítimas conseguiu escapar e acionar a Polícia de que o carro estava seguindo para Sapezal, onde a Polícia Militar localizou o grupo em um posto de combustível.

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Ao ver a equipe da PM, o suspeito que estava na direção fugiu em alta velocidade pelas ruas de Sapezal, disparando contra o veículo policial. Uma das reféns, a criança de um ano, foi colocada contra a janela do carro roubado para servir de escudo. Na fuga, o suspeito, depois identificado como D.A. bateu o carro, saiu do veículo disparando contra a polícia e embrenhou-se em um matagal.

A outra suspeita, uma adolescente de 16 anos, ficou no carro e para tentar fugir, apontou um canivete para a criança, mas foi contida pela mãe da bebê quando saía do carro.

A polícia apreendeu a suspeita e no veículo foram encontradas uma espingarda e munições calibre 28.  

As vítimas precisaram de atendimento, pois sofreram ferimentos durante o roubo. A mãe da criança informou ainda que o assalto ao seu sítio teve a participação de mais duas pessoas, que fugiram com a motocicleta roubada na primeira propriedade rural. A vítima reconheceu o suspeito como um dos autores do roubo.

A adolescente confirmou que o suspeito preso estava na direção do carro roubado e tinha efetuado os disparos contra a polícia.

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Juiz aumenta valor de fiança a empresário para R$ 52,2 mil

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O juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, alterou a fiança do empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, referente a sua prisão por porte ilegal de arma, no dia da morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos. Em decisão proferida na manhã desta segunda-feira (3), o abono foi fixado no valor de R$ 52,2 mil (equivalente a 50 salários mínimos).

 

“No que se refere à atual situação financeira do averiguado, majoro/reforço, estabelecido pela autoridade policial ao então conduzido, para o patamar correspondente a 50 salários mínimos, totalizando atualmente o importe de R$ 52.240,00”, diz trecho da decisão desta segunda-feira (3).

A quantia é três vezes inferior à primeira decisão do magistrado decretada no dia 15 de julho. Na oportunidade, o juiz determinou o aumento da fiança imposta ao empresário. À época, foi determinado que Marcelo pagasse o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

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Marcelo é pai da adolescente de 14 anos que matou com um tiro, supostamente acidental, a adolescente Isabele Guimarães Ramos, da mesma idade, no dia 12 de julho, no condomínio de luxo Alphaville I, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.

No dia da morte, Marcelo chegou a ser preso, mas o delegado Olímpio da Cunha Fernandes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que à época investigava o caso, arbitrou fiança de R$ 1 mil. No entanto, dias depois, o titular da 12ª promotoria de Justiça Criminal, Marcos Regenold Fernandes, defendeu que o empresário teria de pagar o valor de R$ 104,5 mil.

Diante disso, o juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, determinou o aumento da fiança imposta ao empresário Marcelo Martins Cestari. De acordo com o magistrado, o homem deverá pagar o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

Entretanto, o desembargador Rondon Bassil Dower Filho suspendeu os efeitos da decisão proferida pelo juiz João Bosco.

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Por: Hipernoticias

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