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Polícia Civil prende motorista de aplicativo envolvido em roubos em Sorriso

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Assessoria | PJC-MT

Um motorista de aplicativo envolvido em assaltos ocorridos no mês de janeiro no município de Sorriso (442 km ao Norte de Cuiabá) teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Judiciária Civil, após ser sua participação identificada nos crimes.

Segundo as investigações, coordenadas pelo delegado André Eduardo Ribeiro, o suspeito de 21 anos, teria dado apoio a criminosos em, pelo menos, dois roubos ocorridos no município.

Um dos casos foi o roubo a uma sorveteria, ocorrido no dia 24 de janeiro. Na ocasião, quatro criminosos armados invadiram o estabelecimento e roubaram uma corrente de ouro de um funcionário, R$ 160 em dinheiro que estava no caixa e dois aparelhos celulares.

Outro roubo que o motorista de aplicativo estaria envolvido, seria o assalto a residência de um casal de idosos, no bairro Alphaville, ocorrido no dia 17 de janeiro. Para praticar o crime, os assaltantes invadiram a casa, amarraram as vítimas (casal de idosos e netos), sendo o senhor de 79 anos esfaqueado no braço.

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Durante as investigações conduzidas pela Divisão de Roubos e Furtos de Sorriso foi constatado que as duas ações contaram com apoio do veículo Volkswagem Gol de propriedade do suspeito. Com base nos levantamentos, o delegado representou pela prisão preventiva do investigado, decretada pela Justiça.

A ordem judicial expedia pela 2ª Vara da Comarca de Sorriso foi cumprida na quinta-feira (05), sendo o suspeito localizado pelos policiais da Divisão de Roubos e Furtos, em seu veículo Volkswagen Gol, fazendo serviço de Uber.

Após ter a ordem de prisão cumprida, o preso foi conduzido a delegacia para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

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Gefron intensifica barreira para impedir entrada de estrangeiros em Mato Grosso

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) vai reforçar a atuação policial em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa restringir, de forma excepcional, a entrada de estrangeiros em Mato Grosso e evitar a propagação do coronavírus (Covid-19).

Com o empenho da tropa do grupamento e da Polícia Militar (PM-MT), a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A medida restritiva é de caráter excepcional e temporária no prazo de 15 dias, podendo ser prorrogado.

No período estão proibidos a entrada de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública

“Vamos aumentar nosso efetivo de policiais atuando na fronteira para cumprir a determinação do Governo Federal. Já desempenhamos um trabalho periódico de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e agora vamos intensificar ainda mais”, afirma o comandante do Gefron, tenente-coronel PM, Fábio Ricas.

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A base operacional do grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres).

A portaria traz algumas exceções. Fica autorizada a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro.

A restrição de que trata esta portaria não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

O descumprimento das medidas disciplinadas nesta portaria implicará em responsabilização civil, administrativa e penal do agente infrator, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

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