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Polícia Civil prende mandante de homicídio de jovem que teve corpo encontrado em Tangará da Serra

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Assessoria | PJC-MT

O mandante do homicídio que vitimou uma jovem em Tangará da Serra (239 km a Médio-Norte) teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Judiciária Civil, na tarde desta quinta-feira (06.12), após ser identificado nas investigações da delegacia do município.

O suspeito, Bruno Santos Souza, 24, é apontado como a pessoa que encomendou a morte de Mariana Dutra Teixeira, 21, que teve o corpo encontrado na manhã do dia 21 de novembro, em uma área de  pasto aos fundos do transporte da Prefeitura Municipal.

O corpo de Mariana com as vestes, foi localizado por populares que adentraram na área de pastagem. Na ocasião, não foi possível verificar sinais de violência devido ao estado em que o corpo foi encontrado. A vítima possuía deficiência mental e era usuária de drogas.

No mesmo dia em que o corpo foi localizado, o menor apontado como autor do crime foi detido. Ouvido em declarações, confessou a autoria do homicídio e revelou que Bruno era o mandante. Segundo o adolescente, o suspeito ofereceu R$ 5 mil para que ele matasse a vítima, sendo que o valor seria pago “assim que poeira baixasse”.

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Diante dos indícios, Bruno Santos Souza, teve o pedido de prisão preventiva representado pelo delegado João Romano, o qual foi decretado pela Justiça local. Com o mandado expedido, os investigadores de polícia de Tangará da Serra lograram êxito em abordar o suspeito na zona rural do município.

Após cumprimento do mandado de prisão, Bruno foi conduzido à Delegacia de Polícia, onde está sendo interrogado pelo delegado João Romano.

 

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Após denúncia de técnica, PM cobra do MP investigação de morte de major em Cuiabá

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Técnica de enfermagem alega que Hospital São Judas não estaria fazendo atendimento adequado aos pacientes com Covid

Após denúncias feitas por uma técnica de enfermagem apontando negligência e maus-tratos contra o major da PM, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu por complicações da Covid-19, a Polícia Militar de Mato Grosso encaminhou ofício pedindo investigação por parte do Conselho Regional de Medicina (CRM-MT) e Ministério Público Estadual (MPE).

O caso ganhou repercusssão nesta segunda-feira (5), depois que a técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício, fez acusações contra o Hospital São Judas Tadeu, unidade particular onde o militar ficou internado por vários dias com agravamento de seu quadro de saúde até ser transferido para a UTI do Hospital São Benedito onde morreu do último sábado (3).

Em nota, a Corporação informou que o Comando Geral pediu aos órgãos competentes que façam uma apuração na esfera administrativa e criminal quanto à possível negligência sofrida pelo major que tinha 15 anos de serviços prestados à Polícia Militar e atuava como subcomandante do 24º Batalhão. “No mesmo ofício, o Comando Geral da PM solicita aos órgãos oficiados acima que lhe seja oportunizado o acompanhamento e/ou atualizada sobre tais apurações”, diz o comunicado.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, essa providência foi adotada pela instituição por causa da gravidade das denúncias feitas pela profissional de enfermagem. Ela, além de fazer as afirmações para vários veículos de comunicação, também procurou a Polícia Civil e registrou um boletim de ocorrência relatando descasos no hospital privado, que teriam prejudicado a recuperação de pacientes infectados pela Covid-19.

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Em relação ao major da PM, a mulher disse o seguinte: “O major Thiago que está sendo seputado hoje, ele ficou por duas semanas no Hospital São Judas e ele estava saturando sim, mas ele ficou duas semanas praticamente jogado, sem tomar banho. Eu chegava brincando e falava assim: eu vou dar banho em vocês. Fiz uma extensão, peguei uma seringa de três, coloquei numa extensão enorme porque não tinha seringa e oxigênio pequeno. Então, com aquela conexão que eu fiz o paciente dava pra ir até o banheiro, sentar na cadeira de rodas e tomar banho na cadeira de banho”.

Em outra entrevista, ela prosseguiu descrevendo detalhes do que afirma ter presenciado no hospital privado, classificado por ela como “abandono” do paciente. “O Thiago falou assim: moça, eles vão me matar aqui dentro eu estou jogado, ninguém vem aqui. Ai foi uma fisioterapeuta pra fazer uma VNI nele. VNI é uma máscarta que em alguns lugares estão usado aquela máscara de nadador. Eu não entendo sobre essa máscara, só os fisioterapeutas. Ai ele gritou socorro, aquele socorro abafado, quando eu vi ele estava roxo, saturando 29, eu arranquei a máscara do Thiago, conectei outra máscara nele que joga oxigênio e pedi pra ele pronar, ai fui falando que ia dar tudo certo”.

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Em nota, o hospital negou as denúncias e afirmou que as acusações espúrias “foram proferidas por uma funcionária que trabalhou 50 dias na Instituição, e foi demitida na semana passada justamente por práticas dissonantes com as exigidas pelo Hospital e, por isso, utiliza-se dessa pauta com cunho de promover retaliação e vingança”.

A unidade hospitalar prometeu processar a mulher nas esferas cível e criminal.

CONFIRA A NOTA DA PM

O Comando Geral da Polícia Militar informa que está oficiando ao Conselho Regional de Medicina (CRM-MT) e ao Ministério Público Estadual (MPE) uma solicitação de apuração na esfera administrativa e criminal, respectivamente, da denúncia de possível negligência sofrida pelo major PM Thiago Martins de Souza durante internação em unidade hospitalar privada em Cuiabá.

No mesmo ofício, o Comando Geral da PM solicita aos órgãos oficiados acima que lhe seja oportunizado o acompanhamento e/ou atualizada sobre tais apurações. 

Esta medida está sendo adotada a partir de denúncias veiculadas em reportagens publicadas em diversos sites e outros órgãos de imprensa nesta segunda-feira-feira(05.04).

O major Thiago morreu no último sábado(03.04), por complicações decorrentes da Covid-19, em outra unidade hospitalar, da rede SUS, em Cuiabá, para onde foi transferido após agravamento do seu quadro de saúde e consequentemente necessidade de internação em Unidade de Terapia Intensiva(UTI).

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