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Polícia Civil prende jovem e apreende adolescente por atuação com tráfico em Rondonópolis

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Assessoria | PJC-MT

Um jovem foi preso e um menor apreendido pela Polícia Judiciária Civil, na manhã desta sexta-feira (06.12), no município de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá), por envolvimento com o comércio de drogas na região.

A ação deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) resultou também na apreensão de mais de 4 quilos de maconha, além de uma arma de fogo (revolver de calibre 22) com numeração suprimida.

Lorran Freitas Vieira, 20, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e por porte, posse, aquisição, transporte ou fornecimento de arma de fogo com identificação adulterada.

Já o adolescente L.P. de 17 anos responderá ato infracional análogo ao crime de porte, posse, aquisição, transporte ou fornecimento de arma de fogo com identificação adulterada.

Os suspeitos eram investigados há alguns meses por atuar com a venda de drogas na região do bairro Cidade de Deus. Conforme apurado, os suspeitos usavam aplicativo  WhatsApp para comercializar o entorpecente.

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Durante trabalho de monitoramento, os investigadores conseguiram abordar os investigados na manhã de sexta-feira (06), em uma casa no bairro Sagrada Família. Na ocasião, acontecia intensa movimentação de pessoas, porém algumas conseguiram fugir no momento da chegada dos policiais.

Em poder dos suspeitos, foram encontrados quatro tijolos de maconha, além de diversos pedaços da mesma substância e outra porção de pasta base de cocaína. Questionado, o menor L.P. revelou que tinha em casa uma arma de fogo, proveniente de um furto praticado em um sítio na zona rural do município.

O adolescente também contou que estava planejando um roubo de veículo em Rondonópolis e em seguida outro assalto a uma fazenda nas proximidades da cidade de Pedre Preta.

Diante dos fatos, Lorran Freitas Vieira e o infrator foram conduzidos à Derf de Rondonópolis, onde foi lavrado o flagrante. O preso foi apresentado para audiência de custódia ficando à disposição da Justiça e o menor responderá pelo ato infracional em liberdade.

 

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Juiz aumenta valor de fiança a empresário para R$ 52,2 mil

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O juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, alterou a fiança do empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, referente a sua prisão por porte ilegal de arma, no dia da morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos. Em decisão proferida na manhã desta segunda-feira (3), o abono foi fixado no valor de R$ 52,2 mil (equivalente a 50 salários mínimos).

 

“No que se refere à atual situação financeira do averiguado, majoro/reforço, estabelecido pela autoridade policial ao então conduzido, para o patamar correspondente a 50 salários mínimos, totalizando atualmente o importe de R$ 52.240,00”, diz trecho da decisão desta segunda-feira (3).

A quantia é três vezes inferior à primeira decisão do magistrado decretada no dia 15 de julho. Na oportunidade, o juiz determinou o aumento da fiança imposta ao empresário. À época, foi determinado que Marcelo pagasse o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

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Marcelo é pai da adolescente de 14 anos que matou com um tiro, supostamente acidental, a adolescente Isabele Guimarães Ramos, da mesma idade, no dia 12 de julho, no condomínio de luxo Alphaville I, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.

No dia da morte, Marcelo chegou a ser preso, mas o delegado Olímpio da Cunha Fernandes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que à época investigava o caso, arbitrou fiança de R$ 1 mil. No entanto, dias depois, o titular da 12ª promotoria de Justiça Criminal, Marcos Regenold Fernandes, defendeu que o empresário teria de pagar o valor de R$ 104,5 mil.

Diante disso, o juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, determinou o aumento da fiança imposta ao empresário Marcelo Martins Cestari. De acordo com o magistrado, o homem deverá pagar o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

Entretanto, o desembargador Rondon Bassil Dower Filho suspendeu os efeitos da decisão proferida pelo juiz João Bosco.

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Por: Hipernoticias

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