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Polícia Civil prende estelionatária e criminoso com várias passagens em Rondonópolis

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Assessoria | PJC-MT

Uma mulher acusada de estelionato e um homem foragido da Justiça foram presos pela Polícia Judiciária Civil, durante duas ações distintas, deflagradas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (212 km ao Sul).

A primeira prisão ocorreu na terça-feira (17.09), ocasião que J.S.A. de 33 anos, foi autuada em flagrante pelo crime de estelionato. A ação policial impediu que o valor de R$ 24 mil, proveniente do golpe, fosse sacado, consumando o prejuízo financeiro para a vítima, que é do Estado de São Paulo.

Conforme apurado, o morador da cidade de Osasco (SP), se interessou por um veículo anunciado para venda através de um site da Internet, e fez uma transferência bancária no valor de R$ 24 mil, para a conta de J.S.A., residente em Rondonópolis.

Logo após o depósito, a vítima desconfiou da negociação e descobriu que havia caído em um golpe. Assim que a agência bancária do município de Rondonópolis foi comunicada sobre os fatos, acionou os policiais civis da Derf que imediatamento iniciaram as diligências.

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Durante monitoramento, os investigadores da Derf Rondonópolis flagraram a suspeita que foi abordada já dentro da agência da Caixa Econômica Federal. Em seguida, J.S.A. foi encaminhada para prestar esclarecimentos.

Interrogada, ela assumiu as acusações, alegando ter cometido o crime junto com um comparsa. Diante dos fatos, a conduzida foi presa em flagrante por estelionato. As investigações continuam com objetivo de identificar outros envolvidos no crime.

Cumprimento de mandado

Um criminoso com diversas passagens, condenação e ainda com um mandado de prisão em aberto, foi preso pelos policiais da Derf Rondonópolis, em ação realizada na quarta-feira (18.09).

Gabriel Vieira da Costa, 22, estava com a ordem judicial de prisão preventiva expedida pela Comarca local, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de arma de fogo.

Durante diligências, os policiais civis descobriram que o jovem estava escondido em um endereço, no bairro Vila Clarion. De posse das informações, foi realizado monitoramento nas proximidades, e na manhã de quarta-feira (18), Gabriel foi abordado, sendo dado efetivo cumprimento ao mandado judicial.

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Segundo levantamentos, além do mandado de prisão em aberto, o jovem possui condenação por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, e é investigado pela Derf Rondonópolis em inquérito que apura uma ocorrência de roubo majorado.

 

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Jovem morre durante protesto por homem negro morto por policial branco nos EUA

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Na madrugada deste sábado (30), a polícia de Detroit (EUA) confirmou a morte de um jovem de 19 anos, baleado durante protestos pelo assassinato de George Floyd, um homem negro de 46 anos que foi asfixiado até a morte por um policial branco de Minneapolis.

Os tiros foram disparados por um suspeito desconhecido, que dirigia um Dodge Durango cinza. A vítima chegou a ser encaminhada para um hospital da região, mas acabou morrendo. A polícia de Detroit não confirmou se o jovem participava dos protestos, mas disse que estava em meio a um tiroteio que aconteceu no centro da cidade, onde as manifestações seguem ocorrendo.

Mais cedo, o chefe da polícia de Detroit, James Craig, disse que uma pessoa havia sido presa depois de tentar atropelar um policial. “Não vou ficar parado e deixar que uma pequena minoria de criminosos entre aqui e ataque nossos policiais. Não vamos tolerar isso ”, disse Craig.

Protestos pelos EUA

Na madrugada de sábado (30), as manifestações se espalhavam por 17 estados americanos, atingindo cidades como Nova York, Los Angeles, Washington e São Francisco.

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O governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou que a situação no estado continua “incrivelmente perigosa” durante uma entrevista coletiva nesta madrugada. A capital Minneapolis, onde cerca de 50 pessoas foram presas durante a madrugada, ainda é considerada o epicentro dos protestos mesmo após decretado um toque de recolher.

No início da noite de sexta-feira (29), a polícia de Washington precisou formar um cerco de proteção à Casa Branca.

Em Atlanta, manifestantes arremessaram bombas, tijolos e estilhaços de vidro na sede da CNN. A fachada do edifício também foi pichada e uma bandeira dos Estados Unidos foi queimada em frente ao prédio. Os manifestantes exibiram placas com a mensagem #BlackLivesMatter (“vidas negras importam”, em português).

Durante uma transmissão ao vivo dos protestos na cidade de Minneapolis, Omar Jimenez, um repórter da CNN, negro e latino, foi detido pela polícia, mesmo após se identificar como jornalista. O produtor Bill Kirkos e o fotógrafo Leonel Mendez, membros da equipe de Jimenez, também foram presos. O jornalista Josh Campbell, que é branco e estava no local, chegou a ser abordado, mas, diferente de Jimenez, não foi levado para a delegacia. Cerca de meia hora depois, todos foram soltos.

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