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Polícia Civil prende em Campo Grande um dos maiores traficantes de Cuiabá

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Assessoria | PJC-MT

Um dos maiores fornecedores de entorpecentes de Cuiabá teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Judicia´ria Civil, nesta quarta-feira (17.10), em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) com apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), de Mato Grosso do Sul.

Ex-morador do Bairro Pedra 90 em Cuiabá-MT,  Milton Santiago Lopez Duarte, 36, conhecido como “Importado”, “Paraguai” e mais recentemente chamado de “Olho”, considerado foragido no Estado de Mato Grosso do Sul com três mandados de prisão preventiva em aberto. As ordens de prisão contra o suspeito foram cumpridas na manhã desta quarta feira (17) em de Campo Grande (MS).

Milton Santiago agia no município de Bela Vista (MS) coordenando outros traficantes no plantio, colheita, fabricação, armazenamento e transporte de grandes quantidades de maconha, na sua maioria destinadas a Capital mato-grossense. No ano de 2017, o traficante chegou a ter 14 toneladas de drogas disponível para distribuição.

Durante as investigações realizadas nas operações “Spot” e “Campo Minado”* que juntas repercutiram o cumprimento de mais de 150 ordens judiciais,  a DRE-MT conseguiu comprovar que Milton agia como fornecedor interestadual de drogas, se utilizando de vários “modus operandi” para homiziar a segurança pública.

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Segundo o delegado, Marcelo Miranda Muniz, coordenador da ação policial, a prisão de um fornecedor de drogas desse porte é de extrema importância para o combate do comércio de entorpecentes. “A droga quando enviada para Cuiabá e região chega aos pontos de venda (biqueiras e bocas de fumo), fomentando tanto o tráfico de grande porte como o tráfico doméstico que incomoda muito a população mato-grossense”, explica o delegado.

O delegado titular da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, destaca a repercussão social da repressão ao tráfico de drogas. “O tráfico de drogas é o crime principal que alimenta os demais, com destaque para os delitos patrimoniais e também os crimes contra a pessoa (como homicídios, por exemplo). Em razão dessa potencialidade lesiva à sociedade é tão necessário e urgente realizar um combate técnico, firme e comprometido contra a atividade ilícita”, destacou,.

A ação contou com policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes da Polícia Judiciária Civil do Estado do Mato Grosso – DRE-MT, bem como o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico do Mato Grosso do Sul – Denar-MS.

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Denúncias

*Denúncia* –A Polícia Civil disponibiliza um canal direto para denúncias referentes a tráfico de drogas. Pelo telefone (65) 999989-0071 e email [email protected] é possível repassar informações à DRE que possam auxiliar os trabalhos de investigação. O sigilo é absoluto.

 

 

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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