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Polícia Civil prende dois por tráfico de drogas com pagamento via cartão

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Assessoria | PJC-MT

Dois jovens contumazes na prática de tráfico de entorpecentes, com opção de pagamento mediante cartão de crédito, foram presos pela Polícia Judiciária Civil, na manhã de quinta-feira (19.09), no município de Rondonópolis (212 km ao Sul da Capital).

Além das prisões, a ação deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf-Rondonópolis) resultou na apreensão de diferentes drogas, dinheiro, munição e apetrechos para a venda ilícita.

Wesley Roney Lemes Rodrigues, 26, e Felipe Aurélio Mangabeira de Souza, 22, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição de uso permitido.

A dupla foi descoberta após investigação para apurar crimes ocorridos na região. Nas diligências foi identificada uma residência no bairro Jardim Maria Tereza, com uma pessoa na frente em atitude suspeita.

Foi feita abordagem do primeiro rapaz, W.R.L. R., e em sua cintura localizada uma porção grande de maconha.

Diante dos fatos, os policiais civis lograram êxito em abordar no interior da casa o segundo envolvido, identificado como F.A.M.S.. Ao perceber a presença da polícia, ele  tentou fugiu, porém, acabou contido.

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No interior do imóvel foram apreendidas 20 porções de maconha, diversas trouxinhas de cocaína, cerca de 500 gramas de pasta base de cocaína, além de dinheiro, uma balança de precisão, uma munição de calibre 38 e uma máquina de cartão magnético.

Segundo apurado, eles são apontados como responsáveis pelo tráfico de drogas em vários bairros da cidade. Ainda ofereciam as substâncias ilícitas em grupos de aplicativo de celular, e possuíam como opção de pagamento, uma máquina de cartão para “facilitar ao cliente”.

Após o flagrante, ambos foram conduzidos à Delegacia, interrogados e autuados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição de uso permitido.

 

 

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Jovem morre durante protesto por homem negro morto por policial branco nos EUA

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Na madrugada deste sábado (30), a polícia de Detroit (EUA) confirmou a morte de um jovem de 19 anos, baleado durante protestos pelo assassinato de George Floyd, um homem negro de 46 anos que foi asfixiado até a morte por um policial branco de Minneapolis.

Os tiros foram disparados por um suspeito desconhecido, que dirigia um Dodge Durango cinza. A vítima chegou a ser encaminhada para um hospital da região, mas acabou morrendo. A polícia de Detroit não confirmou se o jovem participava dos protestos, mas disse que estava em meio a um tiroteio que aconteceu no centro da cidade, onde as manifestações seguem ocorrendo.

Mais cedo, o chefe da polícia de Detroit, James Craig, disse que uma pessoa havia sido presa depois de tentar atropelar um policial. “Não vou ficar parado e deixar que uma pequena minoria de criminosos entre aqui e ataque nossos policiais. Não vamos tolerar isso ”, disse Craig.

Protestos pelos EUA

Na madrugada de sábado (30), as manifestações se espalhavam por 17 estados americanos, atingindo cidades como Nova York, Los Angeles, Washington e São Francisco.

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O governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou que a situação no estado continua “incrivelmente perigosa” durante uma entrevista coletiva nesta madrugada. A capital Minneapolis, onde cerca de 50 pessoas foram presas durante a madrugada, ainda é considerada o epicentro dos protestos mesmo após decretado um toque de recolher.

No início da noite de sexta-feira (29), a polícia de Washington precisou formar um cerco de proteção à Casa Branca.

Em Atlanta, manifestantes arremessaram bombas, tijolos e estilhaços de vidro na sede da CNN. A fachada do edifício também foi pichada e uma bandeira dos Estados Unidos foi queimada em frente ao prédio. Os manifestantes exibiram placas com a mensagem #BlackLivesMatter (“vidas negras importam”, em português).

Durante uma transmissão ao vivo dos protestos na cidade de Minneapolis, Omar Jimenez, um repórter da CNN, negro e latino, foi detido pela polícia, mesmo após se identificar como jornalista. O produtor Bill Kirkos e o fotógrafo Leonel Mendez, membros da equipe de Jimenez, também foram presos. O jornalista Josh Campbell, que é branco e estava no local, chegou a ser abordado, mas, diferente de Jimenez, não foi levado para a delegacia. Cerca de meia hora depois, todos foram soltos.

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