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Polícia Civil prende dois com 18 tabletes de maconha no porta-malas de veículo

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Assessoria | PJC-MT

Dois homens foram presos com 18 tabletes de maconha, após serem abordados pela Polícia Civil, em um veículo Uno, no município de Várzea Grande, no final da tarde de quinta-feira (04.07). Os suspeitos, Fabrício Benedito dos Santos, 27 anos, e Felipe da Silva Gomes, 33 anos, foram presos por tráfico de drogas, em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

O flagrante é fruto de denúncia apurada pelos policiais da Especializada, sobre um veículo Uno, de cor branca, que era conduzido pelo suspeito Felipe da Silva Gomes, na companhia do suspeito Fabrício, e estaria transportando entorpecentes para a cidade de Nova Mutum (264 km ao Norte).

Equipes de investigadores iniciaram vigilância, na região da Estrada da Guarita, até que avistaram o veículo Fiat Uno, em atitude suspeita. O automóvel foi acompanhado até que foi abordado na rotatória que liga a Estada da Guarita com a Avenida Mário Andreazza.

Ao ser aberto, foram encontrados no porta mala do Fiat Uno um saco plástico com 18  tabletes de maconha e outro pedaço médio da mesma substância.  O motorista do carro (Felipe) informou que a droga havia sido adquirida em Várzea Grande, e seria levada para a cidade de Nova Mutum.

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A dupla foi conduzida à DRE, interrogadas e autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Após a confecção dos autos, os dois presos foram apresentados para audiência de custódia no Fórum da Capital, na manhã desta sexta-feira (05).

As investigações continuam com objetivo de identificar e prender outros possíveis envolvidos. 

Denúncias

Além do disque-denúncia via 197, a Polícia Civil conta com um canal exclusivo via WhatsApp para recebimento de informações referentes ao tráfico de drogas. Pelo telefone (65) 9 9989-0071 qualquer pessoa pode auxiliar as investigações da DRE. O sigilo é absoluto.

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Gefron intensifica barreira para impedir entrada de estrangeiros em Mato Grosso

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) vai reforçar a atuação policial em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa restringir, de forma excepcional, a entrada de estrangeiros em Mato Grosso e evitar a propagação do coronavírus (Covid-19).

Com o empenho da tropa do grupamento e da Polícia Militar (PM-MT), a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A medida restritiva é de caráter excepcional e temporária no prazo de 15 dias, podendo ser prorrogado.

No período estão proibidos a entrada de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública

“Vamos aumentar nosso efetivo de policiais atuando na fronteira para cumprir a determinação do Governo Federal. Já desempenhamos um trabalho periódico de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e agora vamos intensificar ainda mais”, afirma o comandante do Gefron, tenente-coronel PM, Fábio Ricas.

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A base operacional do grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres).

A portaria traz algumas exceções. Fica autorizada a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro.

A restrição de que trata esta portaria não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

O descumprimento das medidas disciplinadas nesta portaria implicará em responsabilização civil, administrativa e penal do agente infrator, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

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