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Polícia Civil participa de workshop de enfrentamento a fraudes de combustíveis

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Assessoria | PJC-MT

Mais de 50 profissionais da Segurança Pública do Estado de Mato Grosso, entre eles servidores da Polícia Judiciária Civil, participaram nesta terça-feira (30.10), em Cuiabá, do  “Workshop Combustível Legal”, direcionado ao enfrentamento à fraudes de combustíveis.

Realizado pelo segundo ano consecutivo, a capacitação é promovida pela Associação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência (Plural), e tem como principal objetivo levar informações e esclarecimentos voltados ao  combate das irregularidades nos setores de combustível.

Presente no workshop, o secretário de Estado de Segurança Pública, Gustavo Garcia, falou sobre a importância de se fazer segurança pública integrada com a sociedade civil. “Eventos como esse são vitais para a especialização da nossa atividade, que exige essa formação contínua. Essas iniciativas também são importantes para mostrar para a sociedade a importância do combate a ilícitos que muitas vezes não são percebidos pela população”,  declarou.

O secretário também frisou os prejuízos na arrecadação do Estado com as fraudes em uma bomba de combustível. “Traz danos, porque o Governo deixa de arrecadar e esse recurso traz impactos no atendimento ao cidadão. Por causa da demanda desse setor da sociedade civil organizada, conseguimos criar um Núcleo Contra Fraudes em Combustíveis, o que é um avanço, e precisamos continuar neste caminho de integração e crescimento”, ressaltou Gustavo Garcia.

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Conforme o delegado da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), Antonio Carlos de Araujo, o Workshop é uma parceria entre a Especializada e a Plural, a fim de trazer conhecimento, com intuito de fortalecer as operações de combate as irregularidades, fraudes e ações ilícitas existentes nos setores de combustível. 

“Triplicamos o número de policiais civis nesse evento para que tenhamos cada vez mais especialização nas operações de fiscalização, as quais deverão também se estender para interior do estado”, disse.

Para o representante da Plural, Carlo Rodrigo Faccio, o evento busca levar esclarecimentos aos órgãos fiscalizadores, referente ao “Movimento Combustível Legal”, e desmitificar alguns temas relacionados ao dia a dia do consumidor.

“O treinamento visa demostrar aos agentes públicos, quais as principais formas e tipos de irregularidades que acontecem, para que possam atuar de forma assertiva e efetiva. É de suma importância o estabelecimento de forças tarefas permanentes e integrada com as diferentes instituições, conforme suas competências e atribuições. Hoje, existem várias particularidades desse setor, e uma das preocupações é levar conhecimento também para o consumidor, para que possa se defender na hora do abastecimento”, destacou Carlo Rodrigo Faccio.

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Participaram do workshop policiais civis lotados na Decon, Defaz, Derrfva, Delegacia Regional de Cuiabá e Várzea Grande, Diretoria de Inteligência, Diretoria de Interior, da Sesp, servidores da Sefaz,Ministério Público, Procon Municipal e Estadual, Politec, fiscais do Ipem/Inmetro, entre outros convidados.

 

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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