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Polícia Civil incinera 2 toneladas de drogas apreendidas em Cuiabá e Várzea Grande

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O governador Mauro Mendes acompanhou a incineração dos entorpecentes e pontuou que espera o endurecimento das leis contra o tráfico de drogas

Assessoria | PJC-MT  

A Polícia Civil de Mato Grosso incinerou nesta quarta-feira (11.09) cerca de 2,4 toneladas de drogas apreendidas em Cuiabá e Várzea Grande. O governador Mauro Mendes acompanhou a ação com o secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante. A incineração foi realizada no forno de uma empresa, localizada no Distrito Industrial, em Cuiabá.

A Perícia Oficial e Indentificação Técnica (Politec) garantiu a idoneidade da ação, fiscalizando para que os lacres com os produtos ilegais não fossem rompidos. Foram queimadas 2,2 toneladas de maconha, 159 quilos de cocaína e 42 quilos de outros tipos de entorpecentes, como drogas sintéticas e anabolizantes.

Mauro Mendes defendeu a revisão das leis brasileiras, que deveriam endurecer as penas para os envolvidos no tráfico de drogas.

“Essas duas toneladas de drogas são da baixada cuiabana e não está nesta conta o que é apreendido na fronteira, um número ainda maior. O tráfico de drogas abastece outros tipos de crime, contudo, a nossa polícia tem feito trabalho exemplar, trazendo mais tranquilidade e combatendo esses tipos de crime. Espero que algum dia os nossos legisladores possam fazer revisão das legislações e estabelecendo penas mais duras que se não vamos ficar enxugando gelo”, afirmou o governador.

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O delegado titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, informou que a incineração está prevista na lei de drogas, sendo um ato formal com a presença de representantes de várias instituições e autoridades.

“Existe todo um cuidado nesse procedimento. Um grande aparato de policiais na escolta, em razão da grande quantidade. Esse volume de entorpecentes é fruto do trabalho da Delegacia, não somente das apreensões que realizamos aqui, mas de outras unidades e da Polícia Militar, que são levadas aos plantões, ou do sistema penitenciário. Toda essa droga apreendida vem para a DRE”, explicou o delegado.

A diretora Metropolitana do Laboratório Forense, Alessandra Puertas, explicou que além do trabalho de emissão dos laudos das apreensões, no dia da queima, a Politec faz a vistoria dos lacres para garantir que não houve desvio do entorpecente. Antes da incineração, os policiais realizam o catálogo das drogas, de acordo com os laudos periciais emitidos quando das apreensões.

“Até mesmo na porta da caldeira, a gente analisa a integridade dos lacres com as drogas”, disse.

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Procedimentos

A droga destruída deu origem a cerca de 600 procedimentos na Delegacia, entre inquéritos policiais, termos circunstanciados de ocorrência, instaurados pela DRE, e flagrantes dos plantões convertidos em inquéritos na Especializada.

“Existe um trabalho árduo, por trás dessa incineração, autorização judicial, fiscalização de órgãos como a Vigilância Sanitária, Politec e outros, que asseguram o cumprimento dos procedimentos da lei de drogas nesse processo”, pontuou o delegado.

O ato de incineração contou com a participação da Politec, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, OAB-MT, Ministério Público Estadual, Vara Criminal de Entorpecentes, Vigilância Sanitária.

 

 

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Marido mata a esposa, enterra corpo e diz que ela sumiu após briga

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Corpo de Simone Ferreira, 40, foi encontrado enterrado no começo da tarde de terça-feira (18), às margens da BR-070, no Paredão Grande, em General Carneiro (442 km ao Leste de Cuiabá). Ela estava desaparecida desde 31 de janeiro, o irmão dela fez boletim de ocorrência relatando seu sumiço e após 19 dias, o marido confessou ter matado e enterrado o corpo dela.

De acordo com as informações, as investigações começaram só dia 17 de fevereiro, após o irmão da vítima registrar um boletim de ocorrência na cidade de Barra do Garça. A última conversa entre os dois aconteceu no dia 31 de janeiro.

O irmão relatou que conversou normalmente com ela até por volta das 15h. Já no final da tarde, tentou um novo contato, mas ela não respondeu mais. Às 23h, o marido da vítima conversou com o cunhado, perguntando se ela estava em Barra do Garças, que eles tiveram uma discussão e ela disse que iria voltar para a casa do ex-marido.

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O rapaz passou a procurar pelo ex-marido da vítima, que mora no Xingú. Só no dia 16 de fevereiro ele entrou em contato e informou que a irmã não havia aparecido na região. Ele também disse que a última vez que falou com Simone foi no dia 31 de janeiro.

Em sua denúncia à Polícia Civil, relatou que temia pela vida da irmã, já que ela tinha um relacionamento conturbado com o marido, com quem convivia há cerca de 7 meses e que possui passagens criminais e utiliza tornozeleira eletrônica.

 

Corpo encontrado

Desde o registro, a polícia passou a fazer diligências atrás de Simone. Na segunda-feira (17), o marido da vítima foi ouvido e ele negou o crime. Mas, na terça, em novo interrogatório, o homem confessou ter matado a mulher e enterrado seu corpo no quintal de casa.

Equipe de investigadores foram até o local citado pelo suspeito, fizeram buscas e encontraram o corpo de Simone dentro de uma cova de cerca de 80 cm, no fundo da casa em que eles moravam.

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Ele alegrou motivação passional, já que teria flagrado uma conversa entre a mulher e o ex-marido dela. Com golpes de facão, Simone foi morta e enterrada no dia 31 de janeiro. O suspeito foi preso em flagrante e autuado por crime de feminicídio.

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