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Polícia

Polícia Civil identifica seis autores de roubos em fazenda e pousada em Chapada dos Guimarães

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil de Chapada dos Guimarães (67 km ao Norte) identificou seis criminosos envolvidos em dois roubos ocorridos no município, representando pela prisão preventiva de todos os suspeitos. Os roubos aconteceram em uma fazenda e uma pousada do município, um deles causando mais de R$ 350 mil a vítima.

Quatro pessoas foram identificadas como autoras de um roubo ocorrido em uma fazenda da região, em que as vítimas foram mantidas reféns por três dias. Na ocasião, um dos criminosos foi preso em flagrante, os outros três continuam com as ordens de prisão em aberto. Em outra investigação, dois suspeitos foram tiveram mandados de prisão cumpridos por atuarem no roubo de uma pousada do município.

Roubo a Fazenda

O roubo ocorrido em uma fazenda a cerca de 120 quilômetros da cidade, próximo ao município de Nova Brasilândia, foi notificado na Delegacia de Chapada dos Guimarães no dia 11 de outubro. Segundo as informações, o casal de funcionários foi abordado por quatro criminosos armados no dia 08 de outubro.

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As vítimas foram mantidas reféns por três dias sendo liberadas somente no dia 11. Da propriedade foram subtraídos 145 cabeças de gado, o veículo do funcionário e outros objetos, causando um prejuízo de aproximadamente R$ 350 mil.

Com base nas informações fornecidas pelas vítimas, a equipe de investigadores da Delegacia de Chapada dos Guimarães identificou os suspeitos que foram reconhecidos pelas vítimas, sendo um deles preso em flagrante pela Polícia Militar.

Diante dos indícios, o delegado Marcelo Melo de Laet, representou pela prisão preventiva dos outros três envolvidos, prontamente decretada pela Justiça do município. As investigações estão em andamento em buscas dos suspeitos que continuam foragidos.

Roubo a Pousada

Apontados como autores do roubo a uma pousada de Chapada dos Guimarães, Jean Cézar Paixão dos Santos e Douglas Gonçalves de Siqueira tiveram mandados de prisão cumpridos após serem identificados em investigações da Polícia Civil.

O roubo aconteceu na madrugada de 02 de outubro, quando os criminosos invadiram o local, renderam a vítima e subtraíram dinheiro, vários aparelhos de TV e o um veículo.

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Nas investigações, os policiais da Delegacia de Chapada dos Guimarães conseguiram identificar os suspeitos e recuperar os pertences da vítima (aparelhos de TV e veículo). O delegado Marcelo Melo de Laet representou pela prisão preventiva dos criminosos, decretada pela 2ª Vara Criminal do município.

As prisões contra os suspeitos foram cumpridas nos dias 19 e 21 de outubro pela equipe de investigadores da delegacia.

 

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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