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Polícia

Polícia Civil identifica foragido de penitenciária após suspeito usar documento falso

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Um homem foragido da Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa (Mata Grande), em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), foi identificado pela Polícia Judiciária Civil do município de Jaciara (104 km ao sul de Cuiabá), após utilizar documento falso.

O suspeito e outro comparsa foram detidos pela Polícia Militar na noite de terça-feira (11.02), em um posto de combustíveis no centro da cidade de Jaciara. Na ocasião, os dois abasteceram um veículo e pagaram o frentista com notas falsas falso.

Ao serem localizados pela equipe da PM, ambos tentaram fugir, porém, foram detidos e encaminhados à Delegacia de Jaciara por desacato, resistência, desobediência, uso de moeda falsa e uso ilícito de drogas.

Durante interrogatório, os policiais civis desconfiaram e acabaram identificando que um dos conduzidos estava com documento falso, bem como, se tratava de um reeducando foragido da Mata Grande em agosto de 2019.

Diante dosevidências, o rapaz também foi autuado em flagrante pelo crime de uso de documento falso. Após a confecção da ocorrência, ele foi colocado à disposição da Justiça.

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Juiz aumenta valor de fiança a empresário para R$ 52,2 mil

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O juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, alterou a fiança do empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, referente a sua prisão por porte ilegal de arma, no dia da morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos. Em decisão proferida na manhã desta segunda-feira (3), o abono foi fixado no valor de R$ 52,2 mil (equivalente a 50 salários mínimos).

 

“No que se refere à atual situação financeira do averiguado, majoro/reforço, estabelecido pela autoridade policial ao então conduzido, para o patamar correspondente a 50 salários mínimos, totalizando atualmente o importe de R$ 52.240,00”, diz trecho da decisão desta segunda-feira (3).

A quantia é três vezes inferior à primeira decisão do magistrado decretada no dia 15 de julho. Na oportunidade, o juiz determinou o aumento da fiança imposta ao empresário. À época, foi determinado que Marcelo pagasse o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

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Marcelo é pai da adolescente de 14 anos que matou com um tiro, supostamente acidental, a adolescente Isabele Guimarães Ramos, da mesma idade, no dia 12 de julho, no condomínio de luxo Alphaville I, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.

No dia da morte, Marcelo chegou a ser preso, mas o delegado Olímpio da Cunha Fernandes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que à época investigava o caso, arbitrou fiança de R$ 1 mil. No entanto, dias depois, o titular da 12ª promotoria de Justiça Criminal, Marcos Regenold Fernandes, defendeu que o empresário teria de pagar o valor de R$ 104,5 mil.

Diante disso, o juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, determinou o aumento da fiança imposta ao empresário Marcelo Martins Cestari. De acordo com o magistrado, o homem deverá pagar o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

Entretanto, o desembargador Rondon Bassil Dower Filho suspendeu os efeitos da decisão proferida pelo juiz João Bosco.

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Por: Hipernoticias

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