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Polícia Civil fecha boca de fumo e prende dois na Capital

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Assessoria | PJC-MT

A Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) desarticulou, nesta terça-feira (27.11) mais um ponto de venda de drogas, que funcionava no bairro Ouro Fino, em Cuiabá. O trabalho resultou na apreensão de porções de maconha e pasta base de cocaina e de apetrechos relacionados ao  tráfico. 

Na ação, Karina Lopes da Silva, 21, e Joilson Francisco da Silva foram presos em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Um usuário flagrado com porções de pasta base, compradas na boca de fumo também foi conduzido e responderá por uso de entorpecentes.

As investigações iniciaram após a equipe de investigadores da DRE receber informações sobre uma residência no bairro Ouro Fino, que seria utilizada como ponto de venda de entorpecentes, assim como local para guarda de produtos provenientes de roubo. Após monitoramento do endereço, os policiais constataram grande movimentação de pessoas que entravam e saiam da residência, após adquirirem entorpecentes.

Os policiais abordaram um usuário que saía da casa, sendo encontrado com ele, algumas porções pequenas de pasta base de cocaína. Questionado, o suspeito confessou que comprou a droga na boca de fumo comandada por Karina e pelo seu esposo Jhefferson (que continua foragido).

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Diante das evidências, os policiais foram até a residência, e no momento em que entraram três suspeitos fugiram, ficando apenas Karina que estava com uma criança no colo. No primeiro momento, a suspeita confirmou que ali funcionava uma boca de fumo, mas negou que morava na casa, alegando que estava ali para cuidar da limpeza.

Em continuidade as diligências, os investigadores realizaram a prisão de Joilson que disse que vendia as drogas para Jhefferson e levou os policiais até uma região de mata em que estavam escondidas porções de maconha e de pasta base de cocaína, além de ácido bórico, balanças de precisão e munições. O suspeito também revelou que Karina é na verdade, esposa do traficante e que ela comandava a boca de fumo junto ao seu marido.

Em conversa com moradores do bairro, foi descoberto que o casal movimenta o tráfico de drogas na região, gerando grande movimentação de usuários no bairro. Na residência do casal, os policiais também apreenderam um piriquito engaiolado e com as asas cortadas.

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Os suspeitos Karina e Joilson foram conduzidos a DRE, onde após serem interrogados foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para tráfico. Karina também responderá por maus tratos de animais. O usuário flagrado com porções de entorpecentes responderá a Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por uso de drogas.

 

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Após denúncia de técnica, PM cobra do MP investigação de morte de major em Cuiabá

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Técnica de enfermagem alega que Hospital São Judas não estaria fazendo atendimento adequado aos pacientes com Covid

Após denúncias feitas por uma técnica de enfermagem apontando negligência e maus-tratos contra o major da PM, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu por complicações da Covid-19, a Polícia Militar de Mato Grosso encaminhou ofício pedindo investigação por parte do Conselho Regional de Medicina (CRM-MT) e Ministério Público Estadual (MPE).

O caso ganhou repercusssão nesta segunda-feira (5), depois que a técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício, fez acusações contra o Hospital São Judas Tadeu, unidade particular onde o militar ficou internado por vários dias com agravamento de seu quadro de saúde até ser transferido para a UTI do Hospital São Benedito onde morreu do último sábado (3).

Em nota, a Corporação informou que o Comando Geral pediu aos órgãos competentes que façam uma apuração na esfera administrativa e criminal quanto à possível negligência sofrida pelo major que tinha 15 anos de serviços prestados à Polícia Militar e atuava como subcomandante do 24º Batalhão. “No mesmo ofício, o Comando Geral da PM solicita aos órgãos oficiados acima que lhe seja oportunizado o acompanhamento e/ou atualizada sobre tais apurações”, diz o comunicado.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, essa providência foi adotada pela instituição por causa da gravidade das denúncias feitas pela profissional de enfermagem. Ela, além de fazer as afirmações para vários veículos de comunicação, também procurou a Polícia Civil e registrou um boletim de ocorrência relatando descasos no hospital privado, que teriam prejudicado a recuperação de pacientes infectados pela Covid-19.

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Em relação ao major da PM, a mulher disse o seguinte: “O major Thiago que está sendo seputado hoje, ele ficou por duas semanas no Hospital São Judas e ele estava saturando sim, mas ele ficou duas semanas praticamente jogado, sem tomar banho. Eu chegava brincando e falava assim: eu vou dar banho em vocês. Fiz uma extensão, peguei uma seringa de três, coloquei numa extensão enorme porque não tinha seringa e oxigênio pequeno. Então, com aquela conexão que eu fiz o paciente dava pra ir até o banheiro, sentar na cadeira de rodas e tomar banho na cadeira de banho”.

Em outra entrevista, ela prosseguiu descrevendo detalhes do que afirma ter presenciado no hospital privado, classificado por ela como “abandono” do paciente. “O Thiago falou assim: moça, eles vão me matar aqui dentro eu estou jogado, ninguém vem aqui. Ai foi uma fisioterapeuta pra fazer uma VNI nele. VNI é uma máscarta que em alguns lugares estão usado aquela máscara de nadador. Eu não entendo sobre essa máscara, só os fisioterapeutas. Ai ele gritou socorro, aquele socorro abafado, quando eu vi ele estava roxo, saturando 29, eu arranquei a máscara do Thiago, conectei outra máscara nele que joga oxigênio e pedi pra ele pronar, ai fui falando que ia dar tudo certo”.

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Em nota, o hospital negou as denúncias e afirmou que as acusações espúrias “foram proferidas por uma funcionária que trabalhou 50 dias na Instituição, e foi demitida na semana passada justamente por práticas dissonantes com as exigidas pelo Hospital e, por isso, utiliza-se dessa pauta com cunho de promover retaliação e vingança”.

A unidade hospitalar prometeu processar a mulher nas esferas cível e criminal.

CONFIRA A NOTA DA PM

O Comando Geral da Polícia Militar informa que está oficiando ao Conselho Regional de Medicina (CRM-MT) e ao Ministério Público Estadual (MPE) uma solicitação de apuração na esfera administrativa e criminal, respectivamente, da denúncia de possível negligência sofrida pelo major PM Thiago Martins de Souza durante internação em unidade hospitalar privada em Cuiabá.

No mesmo ofício, o Comando Geral da PM solicita aos órgãos oficiados acima que lhe seja oportunizado o acompanhamento e/ou atualizada sobre tais apurações. 

Esta medida está sendo adotada a partir de denúncias veiculadas em reportagens publicadas em diversos sites e outros órgãos de imprensa nesta segunda-feira-feira(05.04).

O major Thiago morreu no último sábado(03.04), por complicações decorrentes da Covid-19, em outra unidade hospitalar, da rede SUS, em Cuiabá, para onde foi transferido após agravamento do seu quadro de saúde e consequentemente necessidade de internação em Unidade de Terapia Intensiva(UTI).

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