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Polícia Civil esclarece dois homicídios com prisão dos autores em Sinop

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Assessoria | PJC-MT

Dois homicídios ocorridos em Sinop (500 km ao Norte) foram esclarecidos pela Polícia Judiciária Civil com a identificação e cumprimento de ordens judiciais contra os autores em ações realizadas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). As ações resultaram na prisão de uma mulher e apreensão de um adolescente, apontados como autores dos crimes.

A paraguaia, Ramona Aguero Pereira, 46, foi identificada como autora do homicídio do companheiro, Vanderlei Ribeiro, 53, ocorrido no dia 05 de janeiro deste ano. Na ocasião, a vítima foi atingida com golpe de arma branca na região da cabeça e do pescoço, na residência do casal, no bairro Boa Esperança, em Sinop .

Foram meses de trabalho investigativo e levantamento de indícios para identificação da autoria do crime. Segundo as investigações, o casal se desentendia há algum tempo e tanto marido quando mulher mantinham relacionamentos extraconjugal. Dias antes do crime, Vanderlei tentou agredir a ex companheira.

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Ramona teve o mandado de prisão representado pela Polícia Civil e expedido pela Justiça. Ela foi presa na residência em que morava com a vítima, mesmo local em que praticou o crime Mesmo com ações comprovadas nas investigações da atuação da suspeita, Ramona nega o crime.

Adolescente apreendido

Outro caso com autoria esclarecida foi a morte de Washington Vinícius dos Santos Ferreira, ocorrida no último dia 06 de setembro deste ano. Segundo as investigações, o menor M.M.M., 17, motivado por uma dívida de drogas.

A vítima foi atingida por vários disparos de arma de fogo no tórax e na cabeça, em sua residência, onde também era seu local de trabalho. Nas investigações, foram identificadas duas linhas de motivação para o crime, uma delas rixa entre facções criminosas e a segunda, apresentada pelo próprio adolescente identificado como autor, é que a vítima devia R$ 200 em drogas para o suspeito.

Após ter o mandado de busca e apreensão cumprido, nesta terça-feira (16.10), o menor confessou a autoria do homicídio e disse que vendeu o revólver que usou na execução e que jogou a camiseta que usava no dia em uma fossa.

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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