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Polícia Civil detém 6 envolvidos em esquema de venda ilícita de postes de energia em Jaciara

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Assessoria | PJC-MT

Seis pessoas, sendo cinco funcionários da empresa Energisa e um empresário do ramo de restaurantes e hotelaria, foram presas pela Polícia Judiciária Civil, na quinta-feira (28.03) em Jaciara (144 km ao Sul). Os suspeitos estavam envolvidos em um esquema de desvios de postes de concreto de energia elétrica para revendas.

Os funcionários, A.S.L. de 32 anos, A.R.M.D., E.F.P., M.F.M, e E.S.F. foram presos pelo crime de apropriação indébita. O dono do restaurante, E.M.C. de 36 anos, foi indiciado pelo crime de receptação.

As diligências iniciaram depois do representante da empresa Energisa Soluções e Construções procurar a Polícia Civil, para denunciar  o restaurante “Estradeiro”, situado às margens da Rodovia BR 364, que estava vendendo sem autorização, cinco postes da empresa pelo valor de R$ 250 cada.

De acordo com comunicante, o proprietário do restaurante disse que emprestou o espaço a pedido dos funcionários da Energisa. O representante da empresa estranhou o fato, pois não havia obras naquela região, tendo apenas no centro da cidade de Jaciara.

Conforme apurado, os cinco funcionários utilizaram um caminhão da própria empresa com rastreador, para fazer a entrega dos postes ao empresário, E.M.C., o qual era quem negociava os postes a terceiros. 

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Diante dos fatos e indícios de crime, os policiais civis localizaram os cinco funcionários e o empresário, que foram conduzidos à Delegacia de Jaciara,  e ouvidos pelo delegado Claudemir Ribeiro de Souza.

Após interrogatórios os funcionários foram autuados por apropriação indébita e o empresário responderá por receptação. Por se tratar de crimes afiançáveis, cada funcionário suspeito efetuou o pagamento da fiança no valor de R$ 1 mil e o empresário pagou a fiança arbitrada em R$ 5 mil.

Os envolvidos responderão ao inquérito policial em liberdade.

 

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Gefron intensifica barreira para impedir entrada de estrangeiros em Mato Grosso

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) vai reforçar a atuação policial em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa restringir, de forma excepcional, a entrada de estrangeiros em Mato Grosso e evitar a propagação do coronavírus (Covid-19).

Com o empenho da tropa do grupamento e da Polícia Militar (PM-MT), a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A medida restritiva é de caráter excepcional e temporária no prazo de 15 dias, podendo ser prorrogado.

No período estão proibidos a entrada de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública

“Vamos aumentar nosso efetivo de policiais atuando na fronteira para cumprir a determinação do Governo Federal. Já desempenhamos um trabalho periódico de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e agora vamos intensificar ainda mais”, afirma o comandante do Gefron, tenente-coronel PM, Fábio Ricas.

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A base operacional do grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres).

A portaria traz algumas exceções. Fica autorizada a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro.

A restrição de que trata esta portaria não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

O descumprimento das medidas disciplinadas nesta portaria implicará em responsabilização civil, administrativa e penal do agente infrator, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

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