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Polícia Civil deflagra operação para prisão de 128 envolvidos em fraude ambiental em MT

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Uma grande operação para prender pessoas suspeitas de envolvimento em uma fraude ambiental que ultrapassa R$ 150 milhões foi deflagrada, na manhã desta quarta-feira (13.03), pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, para cumprimento de 128 mandados de prisão e 12 buscas e apreensão.

Os alvos são representantes legais e operacionais, engenheiros florestais e ex-servidores da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

A operação intitulada  “Terra a Vista”, é oriunda de inquérito policial conduzido pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), com o  objetivo de investigar uma organização criminosa que atuava na Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), fraudando o Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora).

As investigações contaram com apoio da Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis (Ibama), nos procedimentos de análise e auditório, além do auxílio no trabalho com a vistoria de mais de 70 mil m³  relacionados a empreendimentos alvos do inquérito.

Os mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, expedidos pela Juíza da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Ana Cristina Mendes, são cumpridos em vários municípios do Estado de Mato Grosso:  Cuiabá, Várzea Grande, Alta Floresta, Nova Monte Verde, Apiacás, Paranaíta, Nova Bandeirantes, Peixoto de Azevedo, Guarantã do Norte, Itaúba, Matupá, Marcelândia, Claúdia, Santa Carmem, Ipiranga do Norte , Feliz Natal, Sorriso, Sinop, Juara, Aripuanã, Porto dos Gaúchos, Castanheira, Arenápolis.

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O trabalho de apuração começou no ano de 2014, com o auxílio de uma auditoria realizada pela própria Sema, que descobriu um esquema de fraude no sistema na criação de créditos florestais, beneficiando diversas empresas do ramo madeireiro e terceiros (com inserção de dados falsos no sistema).

Muitos créditos circularam para outras empresas gerando Guias Florestais inidôneas, as quais podem ter sido usadas para acobertar operações ilegais, promovendo, em tese, tanto a circulação de produto florestal de origem ilícita, quanto à lavagem dos valores correspondentes a essas mercadorias ilegais (madeiras extraídas ilegalmente, lavagem de dinheiro).

O cumprimento dos mandados de prisão e apreensão é realizado por policias civis da Diretoria de Atividades Policiais, Diretoria do Interior, Diretoria Metropolitana, Diretoria de Inteligência.

A investigação tramita em sigilo de justiça e por conta disso, outros detalhamentos não serão divulgados no momento.

Fonte: PJC MT
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Idoso acusado de aplicar golpes em fraudes de cheques é preso em Barra do Garças

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Assessoria | PJC-MT

Um idoso acusado de aplicar golpes em diversos Estados do País foi preso em flagrante pela Polícia Judiciária Civil, na terça-feira (20.03), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a Leste). José Oliveira da Silva, 67, foi surpreendido no interior de uma agência bancária da cidade, no momento em que tentava depositar um cheque fraudado no valor de R$ 42.400.

Segundo investigações da Derf Barra do Garças, o suspeito foi preso por diversas vezes pelo crime de estelionato praticados nos Estados do Maranhão, Goiás e Distrito Federal, sendo contumaz na prática delituosa.

Após suspeitar que o cheque era fraudado, o banco acionou os policiais da Derf Barra do Garças, os quais trabalham de forma integrada com as instituições financeiras. O emitente do título creditício disse que o cheque havia sido emitido no valor de R$ 250,00 e foi fraudado, possivelmente utilizando algum tipo de lavagem sofisticada e depois foi preenchido novamente.

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Durante as diligências no local, os investigadores da Derf perceberam a presença de três pessoas do lado de fora da agência, as quais pertenciam a quadrilha do suspeito, e que ao perceberem a presença dos policiais conseguiram fugir. Segundo o delegado, Wilyney Santana Borges Leal, a quadrilha do suspeito é oriunda do Estado de Goiás e Distrito Federal e geralmente age em dois momentos distintos.

Primeiro os integrantes abordam pessoas que estão nas filas das agências bancárias para trocar cheques e acabam trocando o título, ficando assim com a folha. Em um segundo momento, eles fazem a lavagem do preenchimento, alterando o preenchimento para um valor bem maior daquele que constava do cheque.

“No ano de 2011, o suspeito foi preso na cidade de Imperatriz (MA), quando tentava depositar um cheque clonado de uma prefeitura do Estado. Na época à falsificação foi considerada pela polícia como muito sofisticada e quase perfeita”, destacou o delegado

O suspeito foi conduzido a delegacia, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante por estelionato, e em seguida encaminhado para audiência de custódia para deliberação do Judiciário.

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Fonte: PJC MT
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