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Polícia Civil de Sinop apreende explosivos e munições de fuzil que seriam usadas em tentativa de resgate de presos

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Assessoria | PJC – MT

Dois suspeitos foram presos em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop (503 km a Norte), na tarde de terça-feira (04). Com os detidos foi apreendida carga de explosivos, aproximadamente 35 kg, que seria utilizada em invasão no Presídio Ferrugem. Também foram apreendidas munições de fuzil.

A Polícia Civil descobriu, em verificação de denúncia anônima, o planejamento de criminosos na tentativa de explosão de parte do muro da unidade prisional e consequente invasão do local para resgate de reeducandos. Uma residência, no bairro São Cristóvão, foi apontada como “central” da associação criminosa.

Durante diligência na casa foram presos os suspeitos Euender Nascimento, 23, e Ivanilson Carvalho, 27, e também apreendidas munições de calibres .40, 9mm, 38 e fuzil 7.62, As armas de fogo correspondentes às munições teriam sido levadas instantes antes por comparsas dos detidos que avistaram movimentação policial se aproximando.

Ainda foram apreendidos no local ferros retorcidos, em formato de estrela, que seriam utilizados para furar pneus (provavelmente de viaturas) e aparelhos celulares que serão periciados.

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Conduzidos à delegacia, os suspeitos foram autuados em flagrante por “posse ilegal de arma de fogo de uso restrito/proibido”, e também por “posse, detenção, fabricação ou emprego ilegal de artefato explosivo ou incendiário”.

Os detidos serão apresentados em audiência de custódia nesta quarta-feira (05), ficando à disposição do Judiciário.

A Polícia Judiciária Civil prossegue em investigações para identificar e prender os demais envolvidos. Os trabalhos da Derf, sob coordenação do delegado Ugo Ângelo Reck de Mendonça, tiveram apoio da Polícia Militar (Força Tática) e Polícia Federal.

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Núcleo de Desaparecidos proporciona contato entre mãe e filho após 24 anos separados

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Depois de 24 anos separados, mãe e filho tiveram a oportunidade de se falar novamente após atuação do Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso. A separação de Sueli Soares da Roda do seu filho, na época de apenas 2 anos de idade, ocorreu no ano de 1995, depois que ela foi expulsa pelo marido de casa, no Paraguai.

As investigações que reaproximaram mãe e filho iniciaram após um site de enviar email à Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, via Assessoria de Comunicação, relatando a história de uma tia em busca de informações do sobrinho. O pedido foi encaminhado para o Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Delegacia Especializada de Proteção a Pessoa (DHPP), que através dessa tia, conseguiu o contato da mãe, Sueli Soares da Rosa.

Aos policiais, Sueli que atualmente mora na ciade de Mingatorâ (MS), informou que no ano de 1995, vivia com o marido e o filho no Paraguai e após uma briga foi expulsa de casa, pelo companheiro, que não a deixou levar o filho, de 2 anos idade. Sendo ameaçada de morte pelo marido, ela fugiu para o Brasil, porém, 30 dias depois voltou ao Paraguai para buscar o filho, mas o pai tinha mudado com a criança para o Estado de Mato Grosso do Sul.

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Desde então, Sueli não teve mais contato com o filho, que atualmente está com 25 anos de idade. Com os detalhes passados pela mãe, a equipe do setor de desparecidos iniciou buscas nos sistemas, conseguindo informações sobre o filho, na cidade São José do Rio Claro, Mato Grosso.

Os policiais da Delegacia do município foram acionados para realizar diligências em buscas do desaparecido, sendo descoberto que ele morou por um certo período em São José do Rio Claro, e atualmente estava na cidade de Nova Maringá. Com base nos levantamentos, o Núcleo de Desaparecidos providenciou o contato entre mãe e filho, após 24 anos sem notícias um do outro.

Depois de falar com o filho, Sueli agradeceu a equipe do Núcleo de Desaparecidos pelo trabalho e dedicação dos policiais no caso.

“Eu estou muito feliz, só Deus para explicar toda felicidade que estou sentindo. Agradeço o trabalho maravilhoso realizado que deu fim a 24 anos de aflição, sem notícias, sobre meu filho. Agora eu e meu filho conversamos todos os dias, e apesar de o encontro ser um pouco difícil, por causa da distância, vamos fazer o possível para nos encontramos em breve”, disse Sueli.

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Fonte: PJC MT
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