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Polícia Civil apreende armas e munições durante buscas na zona rural de Cáceres

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Assessoria | PJC-MT

Seis espingardas e diversas munições foram apreendidas pela Polícia Judiciária Civil, na quinta-feira (05.12), em um sítio na zona rural do município de Cáceres (225 km a Oeste de Cuiabá). Um homem também foi preso na ação integrada para cumprimento de mandado de busca e apreensão.

G.N.L., de 69 anos, foi autuado por posse irregular de arma de fogo e munições. Com passagem pela polícia por porte ilegal de arma de fogo, o suspeito foi descoberto durante investigações da 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres, para apurar uma ocorrência de homicídio tentado.

O crime ocorreu no dia 06 de novembro, em uma região agrícola conhecida como “Paiol”. Na ocasião, houve um desentendimento entre dois vizinhos, quando um deles acabou efetuando um disparo de arma de fogo contra a desafeto.

Nas diligências, o suspeito G.N.L. foi identificado como o autor da tentativa de homicídio, bem como mantinha em sua propriedade um arsenal de armas e munições.

Com base nos indícios levantados, a Polícia Civil representou pelo mandado de busca e apreensão domiciliar decretado pela Justiça.

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De posse da ordem judicial, os investigadores foram até o endereço alvo, onde lograram êxito em localizar seis espingardas, sendo: três de calibre 38, duas de calibre 22 e uma de calibre 12 da marca Chamber, além de muitas munições e apetrechos como coldres e outros.

Em checagem, foi constatado que a espingarda de calibre 12 estava com restrição de furto, registrado ano de 2017 na cidade de Pontes e Lacerda.

Diante do flagrante, o investigado foi conduzido para delegacia, interrogado e autuado pelo crime de posse irregular de arma de fogo e munições.

Participaram do trabalho, os policiais civis do setor de homicídios da 1ª Delegacia de Polícia, com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) e da Delegacia Regional de Cáceres.

 

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Juiz aumenta valor de fiança a empresário para R$ 52,2 mil

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O juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, alterou a fiança do empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, referente a sua prisão por porte ilegal de arma, no dia da morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos. Em decisão proferida na manhã desta segunda-feira (3), o abono foi fixado no valor de R$ 52,2 mil (equivalente a 50 salários mínimos).

 

“No que se refere à atual situação financeira do averiguado, majoro/reforço, estabelecido pela autoridade policial ao então conduzido, para o patamar correspondente a 50 salários mínimos, totalizando atualmente o importe de R$ 52.240,00”, diz trecho da decisão desta segunda-feira (3).

A quantia é três vezes inferior à primeira decisão do magistrado decretada no dia 15 de julho. Na oportunidade, o juiz determinou o aumento da fiança imposta ao empresário. À época, foi determinado que Marcelo pagasse o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

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Marcelo é pai da adolescente de 14 anos que matou com um tiro, supostamente acidental, a adolescente Isabele Guimarães Ramos, da mesma idade, no dia 12 de julho, no condomínio de luxo Alphaville I, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.

No dia da morte, Marcelo chegou a ser preso, mas o delegado Olímpio da Cunha Fernandes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que à época investigava o caso, arbitrou fiança de R$ 1 mil. No entanto, dias depois, o titular da 12ª promotoria de Justiça Criminal, Marcos Regenold Fernandes, defendeu que o empresário teria de pagar o valor de R$ 104,5 mil.

Diante disso, o juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, determinou o aumento da fiança imposta ao empresário Marcelo Martins Cestari. De acordo com o magistrado, o homem deverá pagar o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

Entretanto, o desembargador Rondon Bassil Dower Filho suspendeu os efeitos da decisão proferida pelo juiz João Bosco.

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Por: Hipernoticias

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