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Polêmica! Os famosos que são desafetos de Leo Dias

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Ícone de polêmicas e desavenças, Leo Dias não tem papas na língua quando o assunto é pessoas famosas. A maioria das celebridades brasileiras já foram pautas das fofocas do jornalista. Algumas destas pessoas ficaram completamente irritadas com o posicionamento do contratado do SBT
e colocaram o nome dele na “lista do ranço”.

Leia também: De jornalista a celebridade: Como Leo Dias passou a ser notícia


Leo Dias
Divulgação

Leo Dias

Oito ou 80, Leo Dias
ama ou odeia as personalidades públicas e, assim, passa a dar somente notícias negativas e alfinetar aqueles com quem ele não simpatiza e que também não simpatizam com ele. Pensando nisso, o iG Gente
separou uma lista com os maiores e mais emblemáticos desafetos do jornalista de celebridades; veja:

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Antonia Fontenelle


Antonia Fontenelle
Reprodução/ Instagram

Antonia Fontenelle

Apesar da, agora antiga, amizade de longa data, Antonia Fontenell e
e Leo já protagonizaram algumas farpas. No entanto, foi no final de abril que ela resolveu declarar o fim desta relação. “Quero me afastar do Leo”, disse ela em entrevista ao youtuber Mário Franco, O Português.

Segundo a loira, a decisão foi por conta de um desentendimento entre eles depois que  ela deu uma dica a ele. “Ele virou pra mim e falou: ‘Quer saber? Fod*-se você e sua verdade. Fica aí contando os teus centavos’”, declarou Antonia Fontenelle, dizendo que bloqueou ele de todas suas redes sociais e do celular.

Dias depois desta declaração, ela foi assunto no ” Fofocalizando
“, quando teve seu nome envolvido em polêmica com a mãe de Wesley Safadão. Na ocasião, os apresentadores da atração debocharam de Antonia e glorificaram Dona Bill. Leo Dias, por sua vez riu e exaltou a matriarca.

Bruna Marquezine


Bruna Marquezine
AgNews

Bruna Marquezine

Em março, depois de conceder uma entrevista ao “Fofocalizando”, que não foi exibida na programação
 do programa devido à repercussão negativa nas redes sociais, Bruna Marquezine deixou claro que desgosta de Leo Dias e suas atitudes.

“Essa entrevista não deixará de ser exibida por respeito a mim. Esse programa e esse jornalista nunca me respeitaram como pessoa, como cidadã e nem como profissional”, criticou a atriz na época.

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O apresentador, por sua vez, retrucou a ex-namorada de Neymar e desde então ele passou a intensificar ainda mais as alfinetadas a atriz, sempre trazendo repercussões negativas a respeito dela e seu relacionamento com Anitta e Neymar.

Giovanna Ewbank


Giovanna Ewbank
Famosando

Giovanna Ewbank

Apesar de nunca ter se posicionado sobre o contratado de Silvio Santos, é claro que Giovanna Ewbank não curte o contratado do “Fofocalizando”, afinal ele está sempre rodeando a loira de notícias negativas e deixa claro que não simpatiza com ela.

O jornalista do SBT

não cansa de envolver o nome da loira nas polêmicas, sempre com viés negativo. Em uma das últimas declarações dele sobre a atriz, por exemplo, ele fez questão de deixar claro que ela se envolveu onde não foi chamada. “Ela ficou muito queimada. Era briga de casal, a Gio não deveria ter se metido”, comentou Dias sobre o envolvimento da esposa de Bruno Gagliasso no caso de José Loreto e Débora Nascimento.

Naldo Benny


Naldo
Reprodução/ Instagram

Naldo

Em meados de 2018, Naldo Benny protagonizou uma das tretas mais emblemáticas com o jornalista e, ainda hoje, o assunto dá o que falar e não foi esquecido por Leo Dias.

Depois de ter noticiado que o cantor estava fazendo shows gratuitos para limpar sua imagem da polêmica com sua esposa, Ellen Cardoso, Naldo desmentiu o apresentador e fez questão de zombar de seu vício com drogas.

“Não dependo desse jornalista de merda para nada. Deve ter cheirado pra caraca hoje, acordou com essa neurose na cabeça. Nunca gostei, não gosto dele, cheirador de cocaína!”, se irritou o funkeiro na época. 

Recentemente, no “Melhor da Tarde”, Dias relembrou o episódio e repreendeu a atitude de Naldo. “Fazer chacota com a dor alheia é humilhante. Fazer chacota com uma doença alheia é aviltante. O que ele fez comigo, de fazer zombação com a minha dor, minha dicção, minha dependência química, é triste. É digno de pena. Eu consegui tratar o meu vício, será que ele vai tratar a ética e o caráter dele? Acho que não. A vida tá se encarregando de tudo”, declarou ele.

Mara Maravilha


Mara Maravilha
Reprodução

Mara Maravilha

Destaques no programa do SBT

, em junho de 2018 Leo e Mara, que já não tinham muitas afinidades, começaram a trocar farpas ao vivo.

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A situação intensificou-se em agosto do mesmo ano, quando os comunicadores se desentenderam durante uma edição do programa. As coisas ficaram mais feias quando Leo provocou Mara por meio de uma publicação no Instagram. À época ainda frágil em seu posto, o apresentador foi suspenso por sua conduta antiprofissional.

Meses depois, Mara deixou o “Fofocalizando”, dando margem para que a imagem do jornalista pudesse crescer no vespertino diário – o que acabou acontecendo.

Alexandre Pires


Alexandre Pires
Reprodução/ Instagram

Alexandre Pires

Após  um desentendimento
 entre Gusttavo Lima e Alexandre Pires por conta dos horários dos shows dos dois cantores, em janeiro, Leo deu espaço para o sertanejo se justificar sobre o acontecimento. 

Irritado com a ação do jornalista, em entrevista ao vivo no programa do SBT
, Alexandre fez questão de ressaltar que achou tal atitude antiprofissional: “Me desculpe dizer isso, mas acho que você errou. Primeiro porque procurou só um lado, soltou uma nota só de um lado. Não nos procurou também para ouvir a nossa versão. Acho que a boa informação é investigada, checada antes de ser veiculada, ok?”.

Na ocasião, Leo interrompeu Alexandre para se justificar e foi repreendido pelo pagodeiro que declarou: “Gostaria de não ser interrompido. Primeiro, se tiver a oportunidade de expor a minha versão acho que seria interessante. Aguardaria também da sua parte uma retratação formal em relação a essa nota que você postou”.

Viviane Araújo


Viviane Araujo
Reprodução / Instagram

Viviane Araujo

É claro que Dias adora exaltar Belo e Gracyanne Barbosa no “Fofocalizando”, mostrando sempre Viviane Araújo como a causadora na relação do casal. No entanto, antes de tais declarações do jornalista, Vivi já havia deixado claro que não gostava nem um pouco dele.

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No Carnaval 2019, ela esnobou a equipe do programa declarando: “Odeio, não gosto do ‘Fofocalizando’”. Segundo ela, o sentimento é fruto de Leo Dias
, a quem ela não gosta e em 2018 publicou vídeo nas redes sociais para desmentir uma nota publicada por ele, em que ele afirmava posto dela como rainha de bateria da escola de samba Salgueiro, do Rio de Janeiro, estava ameaçado.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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