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Poderosa! Geisy Arruda posa com lingerie vermelha e enlouquece os fãs

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Geisy Arruda deixou os seus fãs enlouquecidos ao postar um foto sensual
nesta segunda-feira (29) usando apenas uma lingerie vermelha redada e super decotada. O clique compartilhado no Instagram da loira rendeu diversos comentários, elogiando o look e a pose sexy. 

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Geisy Arruda posa com lingerie vermelha e enlouquece os fãs
Reprodução/Instagram

Geisy Arruda posa com lingerie vermelha e enlouquece os fãs

Geisy Arruda
, que em diversos momentos compartilha com seus fãs cliques sensuais, provou que dessa vez não foi diferente. Na legenda do clique, a loira usou os emojis de coração e de uma rosa, além de marcar a marca da roupa íntima. Em outro clique, a musa estava usando também uma lingerie, mas branca, deixando a mostra a marca de sol do seu biquíni. 

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Geisy Arruda posta foto sensual usando apenas uma lingerie branca
Reprodução/Instagram

Geisy Arruda posta foto sensual usando apenas uma lingerie branca

“Belíssima”, “É muito gata”, “Você é linda, sou seu fã!”, “Linda, você é um arraso de mulher”, “Que mulherão”, “Linda”, foram alguns dos comentários feito pelos seguidores das loiras nos posts. 

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Geisy Arruda faz revelações sobre vida sexual

No Instagram, Geisy respondeu diversos questionamentos dos seus seguidores sobre sua vida íntima e não teve vergonha de revelar os seus segredos. 

Quando questionada por um fã se algum homem já gozou com ela em menos de dez minutos, a loira disse que sim, em três minutos. 

Em outra pergunta, disse o que faz quando está no quarto após a meia-noite. “Eu quando tranco a porta do quarto não é para rezar, certeza que não”, disse. Sobre se relacionar com outra mulher, também tirou a pulga da orelha de quem achava que não. “Claro que não, se ela me fizesse, fez e me completasse, porque não?”, falou. 

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Outro seguidor perguntou para Geisy se ela já fez sexo
em cima de uma mesa de sinuca e ela disse que sim, além de dizer “é duro”. Sobre a posição preferida na hora h, disse que não tem nenhuma preferida, mas sim todas.  Geisy Arruda 
também respondeu a pergunta sobre se tamanho é documento. “To esperando alguém me provar. Isso porque até agora eu não acredito nessa tese ai”, falou.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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