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Polícia

PM monitora e dispersa grupo de pessoas aglomeradas em vários bairros da capital

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Em seis bairros policiais identificaram aglomeração de pessoas que foram orientadas a voltarem para casa. Todas as solicitações foram atendidas pelos moradores sem necessidade da encaminhamentos à delegacia.

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Atuando de forma ostensiva no combate a pandemia do coronavírus – policiais militares atuaram na tarde e noite desta terça-feira (30.06), em vários bairros de Cuiabá orientando moradores da necessidade de se manter o isolamento social.

No bairro CPA 4, os policiais foram informados que pessoas estariam jogando futebol na quadra. Os agentes foram até o local e perceberam que parte dos frequentadores não usava máscaras. De forma pacifica todos atenderam a solicitação para voltarem as suas respectivas casas.

No bairro Centro América, a equipe realizava ronda quando identificou um grupo de pessoas consumindo bebida alcoólica, todos sem máscara. Não houve resistência e o grupo se dispersou.

No bairro Novo Milênio, a equipe percebeu uma aglomeração de pessoas na frente de um supermercado consumindo bebida alcoólica. Foi solicitado ao proprietário do estabelecimento que conversasse com os clientes.

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Ainda no Novo Milênio, uma denúncia chegou aos policiais sobre aglomeração na frente de uma mercearia. Quando os militares chegaram no local, encontraram somente o proprietário. Ele foi orientado do uso obrigatório de máscara para funcionários e clientes.

Situação semelhante ocorreu no bairro Sucuri, onde clientes também bebiam na frente de uma mercearia causando aglomeração. Em conversa com o proprietário sobre a importância de se evitar o ocorrido, ele mesmo solicitou aos clientes para se dispersarem. O pedido foi atendido.

Em ronda, no bairro CPA III, os militares perceberam que pessoas, mesmo utilizando máscaras, se aglomeravam na frente de uma lotérica. Os policiais organizaram uma fila única com o devido distanciamento. Tudo transcorreu na normalidade.

No bairro Aroeira, os policiais foram acionados pelo sindico de um condomínio devido um grupo de pessoas estarem em uma área de mata do lado do conjunto de casas. No local, os policiais conversaram com as pessoas que dispersaram sem apresentar resistência.

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Polícia

Juiz aumenta valor de fiança a empresário para R$ 52,2 mil

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O juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, alterou a fiança do empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, referente a sua prisão por porte ilegal de arma, no dia da morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos. Em decisão proferida na manhã desta segunda-feira (3), o abono foi fixado no valor de R$ 52,2 mil (equivalente a 50 salários mínimos).

 

“No que se refere à atual situação financeira do averiguado, majoro/reforço, estabelecido pela autoridade policial ao então conduzido, para o patamar correspondente a 50 salários mínimos, totalizando atualmente o importe de R$ 52.240,00”, diz trecho da decisão desta segunda-feira (3).

A quantia é três vezes inferior à primeira decisão do magistrado decretada no dia 15 de julho. Na oportunidade, o juiz determinou o aumento da fiança imposta ao empresário. À época, foi determinado que Marcelo pagasse o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

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Marcelo é pai da adolescente de 14 anos que matou com um tiro, supostamente acidental, a adolescente Isabele Guimarães Ramos, da mesma idade, no dia 12 de julho, no condomínio de luxo Alphaville I, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.

No dia da morte, Marcelo chegou a ser preso, mas o delegado Olímpio da Cunha Fernandes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que à época investigava o caso, arbitrou fiança de R$ 1 mil. No entanto, dias depois, o titular da 12ª promotoria de Justiça Criminal, Marcos Regenold Fernandes, defendeu que o empresário teria de pagar o valor de R$ 104,5 mil.

Diante disso, o juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, determinou o aumento da fiança imposta ao empresário Marcelo Martins Cestari. De acordo com o magistrado, o homem deverá pagar o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

Entretanto, o desembargador Rondon Bassil Dower Filho suspendeu os efeitos da decisão proferida pelo juiz João Bosco.

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Por: Hipernoticias

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