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PM e PJC prendem quadrilha por invadir fazenda a tiros em Cáceres

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Em Cáceres, uma ação conjunta entre policiais militares e civis deteve um grupo de grileiros que invadiu uma fazenda efetuando disparos de arma de fogo e levando diversos objetos do local, na noite de terça-feira (21), na zona rural do município. Cinco homens foram presos por crimes contra a paz pública, rixa, formação de quadrilha, receptação e posse de arma de fogo e ameaça.

A polícia foi acionada pela vítima, proprietária da fazenda, que relatou que os suspeitos são grileiros e invasores que arrombam portas, dão tiros para o alto e saem levando materiais de construção, ferramentas e outros objetos das fazendas. A vítima relatou que não foi a primeira vez que o grupo invadiu sua propriedade e entra atirando contra ele, levando seus pertences.

Na fazenda, os policiais identificaram a porta da residência com sinais de arrombamento e até uma garrafa de café quebrada na área do imóvel. Foi identificado que as pessoas ficam em dois sítios de propriedade de outro fazendeiro da região.

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Durante a diligência, a polícia localizou todos os materiais e objetos subtraídos da propriedade da vítima como macacos hidráulicos, motosserra, redes de dormir, barras de ferro de roscas, tambor de plástico, plantadeira manual dentre outros objetos.

Ainda dando sequência as buscas, desta vez, em outro sítio, os policiais prenderam cinco pessoas, inclusive o dono da fazenda, todos foram reconhecidas pela vítima como autores do crime. O grupo foi preso em flagrante, todo o material levado na ação criminosa foi recuperado.

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Wellington Fagundes (PL-MT) afirma que as empresas brasileiras estão sobrecarregadas de tributos e de burocracia.

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A Comissão Mista Temporária da Reforma Tributária retomou suas atividades nesta sexta-feira (31) após mais de quatro meses de suspensão provocada pela pandemia de covid-19. O presidente da comissão, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), reiniciou os trabalhos comunicando que o ministro da Economia, Paulo Guedes, será ouvido na quarta-feira (5), às 10h. As reuniões são feitas remotamente, por videoconferência entre deputados federais e senadores.

Para Roberto Rocha, a reforma tributária é uma ferramenta indispensável para que o país volte para o caminho do desenvolvimento econômico e da geração de emprego e renda, especialmente depois dos efeitos negativos causado pelo coronavírus. Na opinião dele, o sistema tributário brasileiro é “um verdadeiro pandemônio tributário”.

Após iniciar a reunião, Roberto Rocha passou a condução do debate para o vice-presidente do colegiado, o deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA), que passou a palavra inicialmente para o relator da comissão mista, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

O relator disse que a comissão terá de debater as PECs 110/2019 (do Senado) e 45/2019 (da Câmara), além da proposta do governo federal, cuja primeira parte  foi entregue há 10 dias ao Congresso Nacional. Para ele, os parlamentares têm o desafio de avançar “nesse debate complexo” pensando no cenário pós-pandemia. Aguinaldo Ribeiro disse acreditar que a reforma tributária vai ajudar o país a aumentar o PIB ano após ano. Em sua opinião, a reforma tributária tem que simplificar o sistema e torná-lo mais justo e transparente, o que dará segurança jurídica e confiabilidade ao Brasil.

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Ribeiro disse que o Congresso tem que buscar uma reforma ampla que traga mudanças estruturais, pois o Brasil tem uma concentração de renda extrema e enorme desigualdade social. Ele acrescentou que a reforma precisa proporcionar mais equilíbrio fiscal, alavancar a geração de emprego e renda e ajudar a combater as mazelas sociais do país.

— Não basta a simplificação tributária, tem que haver mudanças estruturais que reduzam custos e preços e proporcionem crescimento econômico — salientou o relator.

“Justiça tributária”

O senador Major Olimpio (PSL-SP), primeiro vice-relator da comissão, afirmou que esse colegiado terá um papel fundamental para a história do Brasil. Ele disse que a discussão sobre uma reforma tributária vem desde 1988 e afirmou que o Parlamento não deseja aumentar a carga tributária.A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) disse concordar com a simplificação e a unificação tributária, mas afirmou que a “a justiça tributária é mais importante”. A senadora acrescentou que “os mais pobres do país são os que mais pagam tributos”. Em sua avaliação, a reforma tem que taxar a distribuição de lucros e dividendos e as grandes fortunas, além de reduzir a carga tributária do consumo e reformular a tabela do imposto de renda.

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Por sua vez, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) afirmou que as empresas brasileiras estão sobrecarregadas de tributos e de burocracia. Ele defendeu uma reforma tributária que promova distribuição de renda e justiça tributária e simplifique o país. Ele afirmou que as micro e pequenas empresas são as maiores geradoras de emprego do país, mas sofrem com a alta carga tributária e a burocracia.

 

 

 

Fonte: Agência Senado

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