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Planalto reestrutura comunicação após avaliar que área foi ineficiente e amplificou crises do governo

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BRASÍLIA – Embora o presidente Jair Bolsonaro conteste os resultados das pesquisas que mostram a queda na aprovação de seu governo , o Palácio do Planalto deflagrou uma reestruturação da comunicação para melhorar a imagem do Executivo. A avaliação interna é que a área foi ineficiente e amplificou crises nos cem primeiros dias de governo. O presidente também tem sido aconselhado por militares a melhorar seu relacionamento com a imprensa.

Ex-sócio da empresa de verificação de audiência Controle da Concorrência, ele é visto como mais hábil para a função. Barbosa era tido como engessado e sem interlocução com o setor. Ambos gozam da confiança de Carlos Bolsonaro, filho do presidente que, segundo interlocutores, é quem na prática dá as cartas na comunicação do Planalto.

Ao assumir, o novo secretário tomou como principal missão levar às ruas a campanha publicitária da reforma da Previdência. A estratégia da propaganda sobre a importância das novas regras, principal plataforma do governo, está em fase embrionária. As peças de TV, rádio e demais veículos sequer foram aprovadas.

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Mesmo antes de ser efetivado no cargo, Wajngarten já circulava no Planalto e fazia reuniões com assessores e agências de comunicação prestadoras de serviço ao governo. Ele se encontrou com o vice-presidente Hamilton Mourão, cujas declarações — geralmente, opostas às de Bolsonaro — costumam causar desconforto no núcleo duro do governo.

Mudanças na rede

A reestruturação incluirá a reformulação dos canais digitais do governo, responsável pelos sites do Executivo e por cuidar dos perfis institucionais do Planalto nas redes sociais. Um dos cotados para comandar a ação é Glen Valente, diretor comercial e de marketing do SBT por cinco anos, até 2017. É dessa época que ele conhece Wajngarten. Formado em Administração, Valente passou pela American Express e por bancos de Brasil e México.

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Brasil / Mundo

Telescópio Hubble divulga imagem inédita de nebulosa do Caranguejo do Sul

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Telescópio comemora 29 anos no espaço. Objeto cósmico é formado por duas estrelas desiguais.

O telescópio Hubble divulgou nesta quinta-feira (18) uma imagem inédita da nebulosa do Caranguejo do Sul para comemorar seus 29 anos no espaço.

A nebulosa é um dos muitos objetos que o Hubble desmistificou ao longo dos anos no espaço. Segundo o comunicado da Nasa e da Agência Europeia Espacial (ESA, na sigla em inglês), a nova imagem aumenta a compreensão sobre a nebulosa e demonstra as capacidades continuadas do telescópio.

Todo ano, para comemorar seu “aniversário”, o telescópio divulga uma nova imagem de seus objetos de estudo no espaço que sejam bonitos e significativos.

Par de estrelas forma a nebulosa

A nebulosa do Caranguejo do Sul tem estruturas aninhadas em formato de ampulheta e foi criada pela interação entre um par de estrelas no seu centro. O par desigual consiste em uma estrela gigante vermelha e uma estrela anã branca.

Uma estrela anã é pequena para ser qualificada como estrela, ou seja, tem massa menor e raio inferior às gigantes. É o tipo mais comum e o Sol é uma estrela anã. Já a estrela gigante é uma estrela de raio e luminosidade maiores.

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A gigante vermelha é uma estrela luminosa em fase avançada da evolução estelar.

No caso da nebulosa do Caranguejo do Sul, a estrela gigante vermelha está derramando suas camadas externas na última fase de sua vida antes de também viver seus últimos anos como uma anã branca. Parte do material que sai da gigante vermelha é atraído pela gravidade da sua companheira.

De acordo com a ESA, quando uma quantidade suficiente deste material é puxada para a estrela anã branca, ela também ejeta o material para fora em uma espécie de erupção, criando as estruturas da nebulosa. Eventualmente, a estrela gigante vermelha terminará este processo de eliminar suas camadas externas e parará de alimentar sua companheira. Antes disso, mais erupções podem ocorrer, criando estruturas ainda mais complexas.

A nebulosa foi descrita pela primeira vez em 1967, mas era considerada uma estrela comum até 1989, quando foi observada com ajuda de telescópios. A imagem resultante mostrou uma nebulosa extensa em forma de caranguejo, formada por bolhas simétricas de gás e poeira.

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Em 1999, o Hubble voltou a fazer imagens da nebulosa revelando toda sua estrutura e sugerindo que o fenômeno que criou as bolhas externas ocorreu duas vezes no passado astronômico recente.

A nova imagem feita pelo Hubble contribui para o estudo da história de um objeto ativo e em evolução.

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