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Política

PGR pede ao STF inquérito sobre atos pró-intervenção e contra instituições Gabriela Coelho, da CNN em Brasília

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O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (20) a abertura de um inquérito para apurar possíveis crimes cometidos ontem (19) durante atos em que manifestantes defenderam uma intervenção militar e o fechamento do Congresso Nacional e do STF. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) discursou no ato ocorrido em Brasília.

Segundo nota divulgada pela PGR (Procuradoria-Geral da República), a competência do STF se justifica pela presença de deputados federais em atos “contra o regime da democracia participativa brasileira”. O comunicado também diz que “o inquérito visa apurar possíveis violações da Lei de Segurança Nacional”, e lembra que “uma das pautas de parte dos manifestantes era a reedição do AI-5, o ato institucional que endureceu o regime militar no país.” O Supremo não tem prazo para analisar o pedido de abertura de inquérito.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, durante cerimônia de posse na sede da PGR

“O Estado brasileiro admite única ideologia que é a do regime da democracia participativa. Qualquer atentado à democracia afronta a Constituição e a Lei de Segurança Nacional”, afirmou o procurador-geral, Augusto Aras, segundo a nota da PGR.

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No ato de ontem em Brasília, Bolsonaro fez um discurso em que pediu que a população “faça tudo o que for necessário para o país ter o lugar de destaque que merece” e declarou que não iria “negociar nada”. Os manifestantes gritavam “Mito”, “Fora, Maia” — em alusão ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) — e “AI-5”.

Instituído em 1968, o AI-5 foi o ato institucional mais duro da ditadura militar (1964-1985). A medida revogou direitos fundamentais e delegou ao presidente da República o direito de cassar mandatos de parlamentares, assim como intervir nos municípios e estados. O AI-5 também suspendeu quaisquer garantias constitucionais, como o direito a habeas corpus, e instalou a censura nos meios de comunicação. A partir da medida, a repressão do regime militar recrudesceu.

Por ter comparecido a um ato pró-intervenção militar e a favor do fechamento do Congresso e do STF, o presidente recebeu críticas de diversos setores, como ministros do Supremo, parlamentares e governadores de diferentes espectros políticos e de representantes da sociedade civil.

Hoje de manhã, Bolsonaro disse que defende o STF e o Congresso abertos. A declaração ocorreu enquanto o presidente falava à imprensa na saída do Palácio da Alvorada e um apoiador dele gritou para que houvesse o fechamento do Supremo.

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“Esquece essa conversa de fechar. Aqui não tem que fechar nada, dá licença aqui. Aqui é democracia. Aqui é respeito à Constituição Brasileira. Aqui é a minha casa, é a tua casa. Eu peço, por favor, que não se fale isso aqui. Supremo aberto, transparente. Congresso aberto, transparente”, disse Bolsonaro.

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Dupla é pega com droga em casa identificada como ponto de venda

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Policiais militares de Sinop (a 500 km de Cuiabá) prenderam nesta quinta-feira (02.06), dois homens por tráfico de droga, no bairro Menino Jesus I.

Conforme o boletim de ocorrência, a denúncia apontava uma casa usada como ponto de venda de entorpecente, além de dois homens como traficantes.

Em monitoramento, a informação foi confirmada devido o fluxo de pessoas no imóvel. Devido à situação, foi iniciado o procedimento de abordagem e a dupla denunciada foi encontrada. Eles carregavam porções de maconha e de pasta base de cocaína prontas para venda.

Na vistoria na casa, foram apreendidos porções de pasta base de cocaína, uma balança, vários frascos de perfume que segundo um dos suspeitos  foram usadas como moeda de troca, além de seis munições de calibre 38, uma maquina de cartão de crédito e dinheiro.

Os dois homens confirmaram que teriam pegado a droga de uma organização criminosa e seriam os responsáveis pela venda no bairro.

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