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Polícia

PF investiga esquema de corrupção em liberação de licenças ambientais

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Um dos alvos é o senador Fernando Collor

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (21) a Operação O Quinto Ato, que investiga esquema de corrupção na liberação de licença ambiental para a instalação do Porto Pontal Paraná, terminal portuário privado localizado no município Pontal do Paraná (PR). De acordo com a PF, o esquema ocorreu entre os anos de 2014 e 2015, com o “pagamento de vantagens indevidas para fins de intervenção junto ao Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis]”.

Um dos alvos é o senador Fernando Collor (PROS-AL). A investigação é um desdobramento da Operação Politeia, deflagrada pela PF em 2015. Na ocasião, os policiais identificaram que bens de luxo pertencentes a Collor teriam sido pagos por empresários interessados em sua atuação política em órgãos federais. Também há indícios de pagamentos em espécie.

A operação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão e determinado o bloqueio de valores financeiros. As ações acontecem nas cidades de Curitiba (PR), Pontal do Paraná (PR), Gaspar (SC) e São Paulo (SP).

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O nome da operação, O Quinto Ato, é uma referência ao rastreamento financeiro feito pela PF a partir do pagamento da quinta parcela de um jato executivo adquirido pelo parlamentar. Collor ainda não se manifestou sobre a operação.

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Polícia

Polícia deflagra operação e cumpre 35 mandados contra o Comando Vermelho

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Polícia Civil de Água Boa (730 km ao Leste de Cuiabá) deflagrou na manhã desta quinta-feira (3), a Operação Constantine, com objetivo de reprimir os crimes pelo Comando Vermelho, que atua no tráfico, associação criminosa, tortura e homicídio na região. Estão sendo cumpridas 35 ordens judiciais.

 

De acordo com as informações da assessoria de imprensa, a ação é fruto de uma investigação do Núcleo de Inteligência da Regional de Água Boa. Os trabalhos visam ainda coletar provas para enriquecer os inquéritos já instaurados.

Ao todo, são 21 ordens de prisões preventivas e 14 de busca e apreensão nos endereços dos investigados, todos autorizados pela 7º Vara Criminal de Combate ao Crime Organizado de Cuiabá. Além disso, foi determinado o bloqueio de contas bancárias utilizadas pelos investigados, pela suspeita de lavagem de dinheiro.

 

Crimes ordenados da prisão

A facção começou a ser investigada em 2019, após a polícia descobrir que detentos de várias penitenciárias de Mato Grosso, entre elas, a Major Zuzi, em Água boa, estavam comandando o tráfico de drogas na região. Em seguida, foram identificadas pessoas que estão em liberdade e que se aproveitavam do ‘poder’ e ‘influência’ da facção para cometer os crimes.

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Como toda organização criminosa, a que está sendo investigada também é composta por cargos e divisões de tarefas. Líderes já foram identificados, bem como os gerentes e os disciplinas – responsáveis pelos salves aplicados em integrantes que desrespeitam as regras do Comando.

 

Sabe-se que o grupo controlava o tráfico de drogas em Água Boa, realizando tabelamento de preços de maconha e cocaína, por exemplo. Além disso, tinham o controle de boa parte das ‘bocas de fumo’ da cidade.

 

Para o delegado Valmon Pereira da Silva, a operação é importante para inibir a expansão dos crimes nas cidades da região. “Em três meses, a Polícia Civil de Água Boa, contando com a Operação Vespeiro, já identificou e prendeu aproximadamente 40 integrantes de organização criminosa que atuava na região”, destacou o delegado Gutemberg de Lucena.

 

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