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Cidades

Pesquisa sobre a pandemia já foi respondida por 11% das escolas

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Disponível para preenchimento desde o dia 22 de fevereiro, a pesquisa “Resposta educacional à pandemia de COVID-19 no Brasil” já foi respondida por mais de 11% das escolas brasileiras. O objetivo é coletar informações a respeito da situação das redes de ensino durante a pandemia em 2020. A iniciativa faz parte da segunda etapa do Censo Escolar 2020, momento em que as escolas devem fornecer informações referentes à Situação do Aluno, por meio da declaração de rendimento e movimento escolar dos estudantes, além de responder ao novo questionário.

O sistema Educacenso fica aberto com a segunda etapa do Censo Escolar 2020 até o dia 7 de abril. O período de retificação dos dados será de 22 de abril a 7 de maio. Até o momento, cerca de 35% das matrículas já receberam a informação sobre a situação dos alunos.

Live – Para orientar os gestores das escolas e das redes de ensino sobre como declarar os dados da segunda etapa do Censo Escolar 2020, o Inep realizou, no dia 22 de fevereiro, uma live no canal do YouTube da autarquia. Na transmissão, gestores das escolas e das redes de ensino e representantes das secretarias de educação estaduais e municipais receberam orientações gerais e puderam esclarecer dúvidas. A live já possui mais de 107 mil visualizações, figurando entre os cinco vídeos mais populares do canal do Inep no YouTube.

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Pesquisa inédita – “Resposta educacional à pandemia de COVID-19 no Brasil em 2020” é um instrumento de pesquisa que o Inep está lançando este ano, durante a segunda etapa do Censo Escolar 2020 – módulo Situação do Aluno, especialmente para conhecer como foi a resposta educacional do Brasil à pandemia de Covid-19 em 2020. Trata-se de um conjunto de perguntas adicionais que deverão ser respondidas pelo gestor da escola, no mesmo período de coleta da Situação do Aluno, do dia 22 de fevereiro até o dia 7 de abril, com a retificação no período de 22 de abril a 7 de maio de 2021. O resultado da pesquisa subsidiará a elaboração de estratégias para lidar com a excepcionalidade causada pela pandemia.

Censo Escolar – Principal pesquisa estatística da educação básica brasileira, é coordenada pelo Inep e realizada em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional. O Censo Escolar é uma pesquisa que coleta dados indiretos, com base nos documentos administrativos das escolas e redes de ensino, por meio do Sistema Educacenso.

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Cidades

AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

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Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

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A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

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DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

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