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Perdeu a linha! Sete vezes que Faustão ficou pistola com o Brasil

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Que Faustão não tem papas na língua não é segredo para ninguém, mas alguém já parou para pensar em quantas vezes o apresentador do “Domingão do Faustão” já mostrou todo seu desconforto com o Brasil? Isso já aconteceu inúmeras vezes.

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Faustão sempre faz discursos em seu programa
Reprodução

Faustão sempre faz discursos em seu programa

Pensando nisso, resolvemos fazer uma lista com algumas das vezes que Faustão
ficou pistola com o Brasil
, e olha que nem estamos levando em consideração o atual clima belicoso em torno da política do País.

Situação política


Faustão falou de situação política do Brasil
Reprodução/ Globo

Faustão falou de situação política do Brasil

Na virada do ano de 2017, o apresentador revelou em seu programa que não cantaria a música Um Novo Tempo
, tema de final de ano da Rede Globo. O motivo? A situação política do Brasil.

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“O poder público é incompetente e corrupto, ele não passa ao público, não sabe comunicar, nem mesmo essa Reforma da Previdência, que é necessária, eles são tão imbecis que não sabem comunicar (…) eu não canto mais essa p**** de ‘hoje é um novo dia..’. Aqui na Globo eu não canto mais”, disparou o apresentador.

Olimpíadas


Até mesmo as Olimpíadas foram criticadas por Faustão
Divulgação

Até mesmo as Olimpíadas foram criticadas por Faustão

Em julho de 2016, Diego Hypólito participaria do “Do mingão do Faustão”, mas acabou sendo vetado. Ele chegou a ir até a Rede Globo
, mas o Comitê Olímpico Internacional impediu o atleta após seu técnico ser afastado por conta de abuso sexual.

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Fausto Silva, então, fez um desabafo ao vivo, informando que Diego estaria chorando nos bastidores por ser proibido de aparecer no ar. “Esse comitê é imbecil, assim como essa olimpíada”, disse. Imagens do atleta disputando solo foram exibidas enquanto o apresentador criticava o Comitê.

Uma das poucas coisas boas em Brasília


As críticas de Faustão sobraram até mesmo para o povo de Brasília
Divulgação/TV Globo

As críticas de Faustão sobraram até mesmo para o povo de Brasília

O apresentador aproveitou a premiação “Melhores do Ano 2016”, para fazer mais uma de suas críticas e se referiu ao humorista Welder Rodrigues como “uma das poucas coisas boas de Brasília”.

Na ocasião, várias pessoas demonstraram revolta nas redes sociais e ressaltaram que a capital federal não se resume apenas a política.

Reforma de Michel Temer


A reforma do ensaio médio deixou Faustão pistola
Montagem/Reprodução/TV Globo

A reforma do ensaio médio deixou Faustão pistola

Quando Michel Temes propôs uma reforma no Ensaio Médio, acabou sendo alvo das críticas de Fausto Silva, que se irritou ao falar sobre as mudanças em conversa com Diego Hypólito.

“Eessa porr* de governo mal começou e quer implementar uma reforma sem consultar a população. Os caras iam tirar a Educação Física [do currículo escolar]. Essa porr* desse governo nem começou, não sabe se comunicar e já faz a reforma sem consultar ninguém. Então, o país que mais precisa da educação, faz uma reforma com cinco gatos pingados, que não sabem porr* nenhuma, e tiram a educação”, desabafou ele.

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País da desesperança


Faustão chamou o Brasil de
Reprodução/TV Globo

Faustão chamou o Brasil de “país da desesperança”

Em bate papo entre Fausto Silva e Marieta Severo, os dois falaram sobre a situação do Brasil – política e econômica. O apresentador nomeou o Brasil como “país da desesperança” e disse que  “a única coisa organizada é o crime, porque falta estrutura, falta seriedade”, além de citar corrupção, crise e desemprego.

 Em contrapartida, Marieta Severo disse que é otimista e que “o país caminhou muito nesses últimos anos”.

Rasteira no povo


Faustão gosta de falar de política
Divulgação

Faustão gosta de falar de política

Há dois anos, o apresentador do “Domingão do Faustão” soltou o verbo contra a classe política. O apresentador comentou sobre um projeto que desfigurou as medidas contra a corrupção e mandou recado.

“A classe política, com exceção é claro, deu uma rasteira no povo na terça-feira. […] Por isso que o povo está voltando às ruas”, disparou ele,  ao vivo, fazendo referência as diversas manifestações ao redor do país que ocorreram neste domingo  “Ou o Brasil acaba com a corrupção ou a corrupção acaba com o Brasil”, concluiu.

Favela ou comunidade


Fausto Silva também falou sobre favelas e comunidades
Reprodução/TV Globo

Fausto Silva também falou sobre favelas e comunidades

Em 2015, quando a Globo passou “I Love Paraisópolis”, Fausto Silva fez uma crítica ao Brasil e a forma como são tratadas as favelas do País, aproveitando o tema da novela.

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“Para quem não sabe, Paraisópolis é uma favela famosa aqui de São Paulo. A verdade é o seguinte: no Brasil fica essa palhaçada, ao invés de melhorar, transformar as favelas em bairro e dar luz, água, segurança, educação, tem essa mania de chamar as favelas de comunidades. Isso é uma besteira. Pensam: ‘vamos mudar o nome’. Não, né? Muda a realidade de quem está lá e não botando nome diferente”, disparou  Faustão
, quando mais uma vez ficou pistola com o Brasil .

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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