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Pedro Nercessian não esconde a animação para a estreia de “O Silêncio da Chuva”

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Pedro Nercessian
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Pedro Nercessian


Após lançar o curta-metragem “Nada de Bom Acontece Depois dos 30”, do qual é protagonista, na 74ª edição do Festival de Cannes, na França,  Pedro Nercessian está na contagem regressiva para conferir o novo filme de Daniel Filho, “O Silêncio da Chuva”. É que, na adaptação do romance policial de mesmo nome de Luiz Alfredo Garcia-Roza, com exibição prevista para esta sexta-feira (23), ele dá vida a um agente.

“Eu estou muito animado com a reabertura dos cinemas. A mesma pipoca tem um sabor diferente dentro de uma sala de projeção. É a magia de ver uma história com outros espectadores. Em tempos de internet tão agressiva, estar lado a lado de verdade é uma atividade de utilidade pública. As pessoas precisam voltar a se ver para rir e chorar juntas”, manifestou-se o artista carioca, que até o fim do ano será visto no longa “Medida Provisória”.

O elenco ainda conta com Lázaro Ramos, Cláudia Abreu, Mayana Neiva, Otávio Müller e Thalita Carauta.


Fonte: IG GENTE

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Filhas de Raul Seixas pedem na Justiça rompimento do contrato com gravadoras

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Raul Seixas
Marcelo de Assis

Raul Seixas


Foi nos anos 1970 que Raul Seixas assinou contratos de cessão de direitos com as gravadoras Universal e Warner, para que elas produzissem, distribuíssem e divulgassem seus álbuns. Agora, em 2021, 32 anos após a morte do artista e num momento em que o streaming domina o consumo de música no mundo, as filhas Simone, Scarlet (que moram nos EUA) e Vivian Seixas foram à Justiça pedir o rompimento do contrato com as duas gravadoras.

Conforme antecipou o colunista Lauro Jardim, elas acusam as multinacionais de enriquecimento ilícito, uma vez que os acordos, com o advento do consumo digital, não foi renegociado.

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Segundo a advogada Letícia Provedel, que representa as herdeiras, a manutenção dos termos firmados há mais de 50 anos não fazem sentido num mundo em que a gravadora apenas precisa “apertar o botão de upload” e não mais se preocupar com a fabricação de discos e CDs e venda física em todo o território nacional.

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“[Hoje]  você distribui sem custo e sem risco”, disse Letícia Provedel, da Souto Correa Advogados, frisando que já existe um entendimento do STJ sobre renegociação de contratos para streaming. “Há decisão de que o streaming é uma nova utilização, e as gravadoras se fingiram de morta”, completou.


Outra reclamação é de que as empresas ficam com um alto percentual dos royalties (entre 88% e 90%) e nem reinvestem em divulgação da obra do músico.

“Eles pegam o dinheiro do Raul Seixas e vão investir na Luiza Sonsa. Se fossem pegar os 88% e reinvestir, mas nem isso. No direito brasileiro, não admite-se obrigação perpétua. Estamos pedindo o rompimento do contrato porque ele já cumpriu a finalidade dele. Queremos reaver os direitos para depois fazer uma gestão mais adequada”, diz Letícia, que também pede indenização às autoras.

Procuradas, a Universal e a Warner ainda não se posicionaram.

Fonte: IG GENTE

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