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Paula Fernandes se diz “abandonada no altar” por Luan Santana

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Paula Fernandes falou de como lidou com o cancelamento de última hora da participação de Luan Santana em seu DVD. Os dois gravaram a música Shallow Now , uma releitura feita por Paula da música Shallow de Lady Gaga.

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Paula Fernandes



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“Na hora que a pessoa [Luan Santana] falou que não ia, foi como se eu tivesse sido abandonada no altar. Não guardei mágoa, estou super bem com essa história. Os memes foram a melhor coisa que poderia acontecer em um lançamento de música. Viralizou de uma forma que depois que passou o meme, a música bombou”, disse Paula Fernandes  em entrevista ao Estado de São Paulo .

“Eu escolhi o ‘Juntos e Shallow Now’. Poderia ter escolhido um milhão de coisas, mas a partir do momento em que a Lady Gaga me aprovou quem é que pode discutir. Pra mim a aprovação dela, sem mudar uma vírgula, vale mais que um “I love you” (em português, eu te amo)”, explicou a cantora, sua escolha de versos.

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A cantora fez uma live, aos prantos, quando Luan cancelou sua participação na gravação, explicando o ocorrido e pedindo ao seus fãs para cantarem a parte de Bradley Copper da música, já que estaria sozinha no show cantando o  dueto.

Luan Santana também se manifestou sobre a polêmica, na época,  afirmando que achava a música brega em entrevista ao UOL .  “Cheguei a falar pra ela quando recebi: ‘Paula, esse ‘shallow now’ está soando um pouco diferente, meio ruim. Me soou meio brega assim, sei lá. Soou ruim, não entrou no meu ouvido. Aí falei: vamos trocar essa partezinha”.

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“A música estava tão linda. Não achei que valia a pena sacrificar por causa do final, de uma frase. Dava pra trocar, tinha um monte de coisa que dava pra por. ‘Juntos até o final’ por exemplo”, explicou o cantor. Luan contou ainda que Paula Fernandes não quis alterar a letra porque já havia sido aprovada pela Lady Gaga e que ele aceitou a decisão da colega, afinal ela era a compositora.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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