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Patrícia Abravanel fala sobre gravidez aos 41 anos: “Eu acho que paro por aqui”

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A apresentadora e empresária Patrícia Abravanel expôs detalhes sobre a experiência da gravidez pela terceira vez aos 41 anos de idade. Além disso, também deu declarações referentes à rotina da família. As informações foram concedidas ao Amaury Jr. em entrevista que vai ao ar no próximo sábado (27), na Band


Gravída pela terceira vez, Patrícia Abravanel falou ao Amaury Jr sobre maternidade e família
Divulgação

Gravída pela terceira vez, Patrícia Abravanel falou ao Amaury Jr sobre maternidade e família

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Patrícia Abravanel
anunciou recentemente que está grávida de um menino. Casada com o deputado Fábio Faria, a filha do Silvio Santos é mãe de Pedro e a recém-nascida Jane, que estáa atualmente com nove meses. Depois do nascimento de Jane, a apresentadora ainda queria outro filho. A médica orientou que ela engravidasse seis meses posteriores ao nascimento da filha.

Durante sua participação no “Programa Amaury Jr”, a apresentadora falou sobre a maternidade. “Vocês não tem televisão em casa?”, Amaury brincou durante o programa. Em resposta, Patrícia alegou sempre ter gostado da ideia de ter uma família grande.

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Ainda que goste de uma família numerosa, Patrícia declarou que talvez essa seja a sua última gravidez: “Eu acho que eu paro aqui”. A apresentadora ainda falou sobre laqueadura: “Eu só não tenho coragem de ligar as trompas, não tenho coragem de falar chega mesmo, sabe? Mas acho que eu paro por aqui”, afirmou durante a entrevista.

Patrícia Abravanel fala sobre a família no “Programa Amaury Jr”


Patricia Abravanel está esperando seu terceiro filho e será um menino
Reprodução/Instagram

Patricia Abravanel está esperando seu terceiro filho e será um menino

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De acordo com a empresária e apresentadora, o nome do menino ainda não foi decidido. Ainda assim, ela e seu marido costumam brincar sobre a possibilidade de nomeá-lo como Tarzan, para combinar com a escolha do nome Jane para a filhinha do casal.

No decorrer da entrevista, Patrícia também trouxe à tona alguns detalhes da vida dentro de seu núcleo familiar, como a divisão das tarefas entre Fábio e ela, e as viagens que são feitas entre a família toda.

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Além dos filhos, Patrícia Abravanel
falou sobre seu pai, o proprietário do SBT
, e a influência que ele teve sobre a escolha de sua carreira. A apresentadora declarou gostar não só da profissão que exerce, como também da estrutura que envolve a emissora na qual trabalha, cujo pai é dono: “É uma televisão família! E a gente está sentindo que o público gosta disso”, apontou.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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