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Passat GTS Pointer: um dos grandes esportivos nacionais

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A década de 80 foi uma época singular. Alguns dos melhores filmes foram produzidos. Séries de TV como Magnum PI, Super Máquina e Esquadrão Classe A enchiam nossas tardes com muitas aventuras e enredos realmente interessantes, que prendiam o telespectador de maneira incrível.

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No Brasil o período marca também a volta da democracia com o movimento das Diretas Já e a redemocratização após 19 anos de regime militar. Mas é no aspecto automotivo que ele foi um dos mais marcantes de nossa história, afinal tínhamos verdadeiros esportivos nas ruas.

Já falei aqui na coluna sobe o Passat TS . Ele é um dos carros que mais gosto. E isso tem uma razão afetiva que começou na infância. Cresci andando a bordo de exemplares diferentes durante alguns anos e isso foi bastante positivo para a formação da minha personalidade automotiva.

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Em meados dos anos 70 o TS elevou o patamar dos esportivos nacionais. O projeto alemão trazia confiabilidade mecânica e desempenho excepcional para os padrões da época. Além disso o estilo com faixas pretas fazia muita gente torcer o pescoço nas ruas.

VW Passat GTS Pointer arrow-options
Renato Bellote/iG

VW Passat GTS Pointer esbanjava visual arrojado, tornando-se objeto de desejo da classe média alta

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O seu sucessor chegou ao mercado em 1984. O GTS Pointer trazia uma herança esportiva e o espírito jovem, porém equipado incialmente com o mesmo motor de 1,6 litro não empolgou a princípio.

A questão foi resolvida no ano seguinte com a adoção do motor AP-800 que deu novo fôlego à versão. Mais do que isso o modelo recebia um novo layout, que rejuvenesceu seu estilo e, definitivamente, entrou na lista de desejos do brasileiro. Dirigibilidade excepcional desempenho superior ao do próprio irmão de linha, o Gol GT .

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O exemplar da matéria é de 1988, um dos últimos saídos da linha de montagem. Além do aspecto extremamente conservado traz um opcional raro: o ar-condicionado. E faz jus a tudo que escrevi nos parágrafos anteriores, ou seja, é diversão garantida ao volante. Nos vemos na semana que vem!

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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Divulgação

Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

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