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Palmeiras tenta frear bom retrospecto do Boca contra brasileiros na Libertadores

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Boca Juniors tem retrospecto positivo contra brasileiros nas fases finais da Libertadores. Palmeiras tenta mudar a história
Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação

Boca Juniors tem retrospecto positivo contra brasileiros nas fases finais da Libertadores. Palmeiras tenta mudar a história

O Palmeiras
enfrenta o Boca Juniors
nesta quarta-feira (24), às 21h45, pelas semifinais da Libertadores, na temida Bombonera, casa dos argentinos, e tem a missão de superar o retrospecto positivo contra brasileiros em mata-mata ostentado pelo rival.

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A primeira vez que a equipe argentina enfrentou um clube brasileiro nas fase finais da Libertadores foi em 1963, quando foram derrotados para o Santos de Pelé na final. O  retrospecto positivo contra brasileiros
começou apenas em 1977, quando bateu o Cruzeiro e se sagrou campeão.

No total, o Boca Juniors enfrentou clubes brasileiros 17 vezes em mata-mata, sendo eliminado em apenas três delas, contra o Santos em 63, Fluminense em 2008 e Corinthians em 2012, uma vantagem histórica gigante.

Quatro dos seís títulos de Libertadores do clube argentino foram conquistados contra equipes do Brasil, em 77 contra o Cruzeiro, 2000 contra o Palmeiras, 2003 contra o Santos e 2007 contra o Grêmio.

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Além da derrota na final de 2000, o Verdão também foi vítima do Boca Juniors nas semifinais da edição seguinte do torneio, quando os argentinos se classificaram nos pênaltis após uma arbitragem desastrosa do árbitro Ubaldo Aquino.

No geral, porém, o histórico entre Boca e Palmeiras pela Libertadores é favorável ao alviverde, que venceu três dos 10 confrontos entre as equipes, enquanto os argentinos venceram apenas uma partida.

Na primeira fase desta edição, o Verdão levou a melhor na partida realizada na Argentina, por 2 a 0, enquanto o confronto realizado em São Paulo ficou empatado em 1 a 1. 

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Apesar de ter levado a pior nos últimos confrontos, o Boca Junios espera manter o retrospecto positivo contra brasileiros
e chegar na grande final da Libertadores, que pode ser contra outro time do Brasil, o Grêmio, que derrotou o River Plater no jogo de ida da semifinal.

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Apresentado, Rogério Ceni cita Zico e promete Flamengo ofensivo

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Apresentado à torcida e à imprensa como técnico do Flamengo, Rogério Ceni prometeu um time agressivo, “com o máximo de atacantes possível”. Na entrevista coletiva que concedeu nesta terça-feira (10) à tarde, pouco antes de comandar a primeira atividade no Ninho do Urubu, o treinador enalteceu o elenco que terá à disposição para trabalhar.

“O que importa é que os atletas se sintam à vontade. A longo prazo, temos que seguir o estilo do Flamengo, que é de um time ofensivo, que marca à frente e gosta da posse de bola. Se tenho bons jogadores em uma mesma posição, tenho de encontrar um jeito de colocá-los para jogar. O problema é que aqui tem muitos bons em várias posições, então alguém acaba ficando fora. Você pode usar o [Giorgian De] Arrascaeta e o Everton [Ribeiro] pelos lados. Pode usar Bruno [Henrique], Gabriel [Barbosa, o Gabigol] na frente. Ainda tem Vitinho, Pedro, Pedro Rocha, Michael. Essa [ataque] é a área que mais gosto de mexer, pois libera a criatividade. Além de um meio-campo que tem Gerson, [Thiago] Maia, [William] Arão e outros tantos jovens da base”, descreveu Ceni.

O técnico Rogério Ceni visita as instalações do Ninho do Urubu, Centro de Treinamento do Flamengo.

Se no ataque sobram opções, a defesa tem sido uma dor de cabeça no Flamengo. O time carioca sofreu 29 gols em 20 partidas pela Série A do Campeonato Brasileiro – oito apenas nas duas últimas partidas do torneio, nas derrotas por 4 a 1 para o São Paulo e 4 a 0 para o Atlético-MG. Somente o Goiás, que é o último colocado, foi mais vazado que o Rubro-Negro, que ocupa o terceiro lugar.

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“Só amanhã [quarta-feira, dia 11] é que vamos poder responder, mas acho que erro defensivo é fruto de [erros de] sistema de jogo. A crítica existe a um determinado jogador ou outro, principalmente zagueiros, goleiros, enfim. Quando se tem um número elevado de gols sofridos, temos que tentar ajustar, com a colaboração de todos. Aqui a gente vem para gerar ideias e colocar situações para os atletas. São eles que vão resolver dentro de campo”, avaliou o técnico, já projetando a possível estreia no comando do Rubro-Negro, diante do São Paulo, às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Ceni é o substituto do catalão Domènec Torrent, demitido após a goleada sofrida para o Atlético-MG no último domingo (8). O ex-goleiro deixou o comando do Fortaleza após cerca de três temporadas no clube – com uma rápida passagem pelo Cruzeiro no período. Pelo Leão do Pici, foi bicampeão cearense e conquistou os títulos da Copa do Nordeste e da Série B do Brasileirão, com 60% de aproveitamento em 153 jogos.

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“Primeiro, sou muito agradecido ao Fortaleza. Eu sei que o torcedor fica triste e eu, logicamente, deixo parte do meu coração em Fortaleza. Mas acho que ele compreende o tamanho do desafio. Um convite do Flamengo, no momento que o Flamengo vive, é difícil de recusar”, disse o treinador, que revelou ter contatado o ex-jogador Zico, maior ídolo rubro-negro, antes de assumir o cargo.

“Esse é meu 30º ano trabalhando com futebol. Já enfrentei muitas vezes o Flamengo. Vi Maracanã com casa cheia, vi Zico, Júnior, e tantos craques da história do Flamengo. Até mandei uma mensagem ao Zico antes de chegar aqui, se ele me permitia a entrada. É um cara por quem tenho um fanatismo grande, talvez pela relação com as faltas. É um ícone do futebol brasileiro, um cara único. Ele me respondeu do Japão. Então, eu me sinto com permissão de sentar nessa cadeira”, declarou Ceni, que assinou contrato até dezembro do ano que vem.

Confira a classificação da Série A do Campeonato Brasileiro aqui.

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