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Palmeiras tenta acalmar ambiente e mudar história recente no mata-mata

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Lance

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CONMEBOL/DIVULGAÇÃO

Felipão tenta mudar história recente do Palmeiras em mata-mata

Com dois títulos (2016 e 2018), um vice-campeonato (2017) e a atual liderança no Campeonato Brasileiro, o Palmeiras tem sido dominante em pontos corridos. Mas desde que conquistou a Copa do Brasil de 2015, acumula frustrações em mata-mata. 

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Para melhorar este retrospecto e amenizar o ambiente após as últimas duas derrotas, o Palmeiras inicia a disputa das oitavas de final da Libertadores .

Depois do protesto de um número reduzido de torcedores em Fortaleza, na sexta, o Verdão foi batido pelo Ceará, e pela primeira vez desde a volta de Luiz Felipe Scolari perdeu duas partidas consecutivas.

Para completar, a logística foi prejudicada graças à instabilidade climática que impediu a delegação de pousar em Mendoza , cidade do jogo contra o Godoy Cruz .

Desde 2016, quando voltou a disputar a Libertadores, o Palmeiras foi eliminado na fase de grupos, nas oitavas de final (2017) e na semifinal (2018). No ano passado, o time terminou a etapa de grupos com a melhor campanha, mas não passou do Boca Juniors, atual vice-campeão.

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No Paulista, o time alviverde tem um vice (2018) e três quedas em semifinais, em 2016, 2017 e 2019. Na Copa do Brasil, desde o título em cima do Santos, foram três eliminações nas quartas de final (2016, 2017 e 2019) e uma na semifinal (2018).

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​A Libertadores é o grande sonho do torcedor palmeirense, que comemora 20 anos de sua única conquista do torneio, em 1999. A expectativa cresceu depois da derrota para o Internacional nos pênaltis, pela Copa do Brasil, pois resta apenas a Copa e o Brasileiro a disputar agora.

No campeonato nacional, o Verdão tinha cinco pontos de folga, mas viu a vantagem acabar depois da pausa para a Copa América. O Santos venceu seus dois jogos, enquanto o Palmeiras somou apenas um ponto em seis – os rivais agora estão empatados com 26, mas o time alviverde tem saldo de gols melhor.

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O jogo do Palmeiras contra o Godoy Cruz será nesta terça-feira, às 21h30 – a volta será uma semana depois, no Allianz Parque.

Fonte: IG Esportes
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Coluna – O Dia da Consciência Rubro-Negra

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A contagem regressiva está em andamento. Nesse dia de celebração dos 50 anos do milésimo gol de Pelé, o torcedor do Flamengo está de olho no fim de um jejum de 38 anos sem disputar a final da Copa Libertadores, e de outro, de dez anos sem a conquista de um campeonato brasileiro. Não é pouco, muito menos se levarmos em consideração que os dois jejuns podem acabar no próximo fim de semana.

Mas é hora, também, de lembrarmos de como o Flamengo e sua torcida chegaram a essa situação. Não foi de janeiro para cá, quando a atual administração tomou posse. Na verdade, temos de voltar no tempo, ao dia 02 de janeiro de 2013, quando Eduardo Bandeira de Mello assumiu a presidência, decretando que as prioridades seriam a organização administrativa do clube, o pagamento de dívidas e a “limpeza” do nome na praça, deixando de lado a sede de títulos, pelo bem do futuro da instituição.

Foi o Dia da Consciência Rubro-Negra.

E o preço não foi barato. É verdade que logo no primeiro ano a nova administração festejou uma Copa do Brasil. Que não estava nos planos. Mas que acabou sendo o principal título até o fim do segundo mandato, em 2018. Além dela, vieram dois campeonatos estaduais e três vice-campeonatos importantes – na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana de 2017 e no Campeonato Brasileiro de 2018. Como gostavam de dizer os torcedores rivais, ficou “no cheirinho”. Mas já era a sinalização de que tempos melhores viriam.

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E chegamos a 2019, manchado pelo incêndio no Ninho do Urubu, com dez vítimas fatais. Nos campos, porém, os resultados comprovam o acerto da decisão lá de 2013 e recompensam o sacrifício de quem entrou para a história do clube, se não como grande campeão, mas como um dos melhores administradores. Com erros, é claro, como todos os outros, mas que não pode ser esquecido.

O caminho do Flamengo está sedimentado. Para se confirmar como um dos, se não o principal, clube do país. Ainda distante dos europeus, mas num patamar acima da grande maioria dos clubes brasileiros e sul-americanos. Se os títulos virão, é outra questão, pois o que acontece dentro de campo foge da capacidade dos dirigentes.

De certo que o clube vai se fortalecer. Vai faturar, encher o cofre. Que tal pensar nos garotos que tiveram a vida interrompida no dia 8 de fevereiro? Que tal botar a mão na consciência e fechar o ano com uma chave, não de ouro, mas rubro-negra?

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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