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Palestra no CRAS Getúlio Vargas estimula reflexão sobre violência contra a mulher

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O número de casos de violência contra a mulher tem aumentando de forma assustadora. Quase dez mil mulheres foram vítimas de feminicídio ou tentativas de homicídio por motivos de gênero nos últimos nove anos, segundo o levantamento da Central de Atendimento à Mulher, o Ligue 180. Estudos apontam que a subnotificação mascara a verdadeira e triste realidade e que esses números poderiam ser bem maiores.

Diante desse quadro, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Getúlio Vargas promoveu um dia de ação voltada para esse tema, tendo como público-alvo as mulheres atendidas na Unidade para estimular a reflexão sobre essa realidade na sociedade brasileira. Mais de 100 mulheres participaram da palestra promovidas na última sexta-feira (23), na sede do CRAS onde tiveram a oportunidade de obter informações e registros de casos com o investigador de polícia, Itamar Torres. Na oportunidade ele apresentou números de ocorrência e deu algumas sugestões por meio de exemplos de fatos ocorridos e de que forma a mulher pode buscar ajuda e fazer sua denúncia.

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A coordenadora do CRAS Getúlio Vargas, Carla Costa Braga disse que o principal objetivo dessa ação é a prevenção. “Quanto mais levarmos informações e orientações a essas mulheres, maiores são as chances de evitarmos o surgimento de novos casos de violência contra a mulher, o que torna o nosso trabalho ainda mais desafiador, mas com fundamental importância”, declarou a coordenadora.

“Buscamos uma linguagem de fácil entendimento e até mesmo a duração das palestras adequadas para atender melhor ao público feminino. É nessa perspectiva da conscientização, que executamos nosso trabalho a fim de quebrar paradigmas e concepções de que o homem seja superior à mulher”, reforçou Carla.

Além da palestra, em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e o Sistema Nacional de Emprego (SINE) foi oferecido serviço de confecção de segunda via de documentos. Além de um delicioso café da manhã e bazar.

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UFMT aponta bairros que apresentam casos de Covid-19 em Cuiabá

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O levantamento mostra que a região do Condomínio Florais é que apresenta maior incidência, com três casos, seguido pelos bairros Jardim Vitória e Jardim Itália, com dois casos cada um.

Um estudo realizado pelo departamento de geografia da Universidade Federal de Mato Grosso traz o levantamento dos casos confirmados de coronavírus na capital e aponta os bairros de incidência. O levantamento mostra que a região do Condomínio Florais é que apresenta maior incidência, com três casos, seguido pelos bairros Jardim Vitória e Jardim Itália, com dois casos cada um.

Os outros bairros que estão no mapa e apresentam casos são: Paiaguás, Morada da Serra, Morada do Ouro, Bela Vista, Santa Cruz, Jardim Imperial, Boa Esperança, Santa Cruz, Jardim Leblon, Bandeirantes, Quilombo, Duque de Caxias, Santa Rosa e Centro-sul.

De acordo com o levantamento, a distribuição espacial da Covid-19 em Cuiabá repete o padrão de difusão vistos em outras grandes cidades do país: o vírus chega pelas pessoas que estiveram em viagem a outros países ou a outros estados brasileiros, e é transmitido aos familiares e amigos que convivem com os infectados.

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Segundo o estudo, que é em parceria com Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, no município, como em outras localidades, a doença ainda tem atingido populações de áreas com renda média ou alta.

Há a preocupação de que o vírus passe a circular entre as pessoas de áreas socialmente desfavorecidas, onde muitas vezes o convívio, mesmo em período de isolamento social, é muito mais próximo devido a alta densidade demográfica destas localidades.

Segundo o estudo, em bairros de classe média, normalmente as casas são mais afastadas, com cômodos que permitem o isolamento da pessoa doente. Em muitas residências de áreas pobres não há cômodos que permitam o isolamento completo, o que facilita o contágio por parte daquelas pessoas residentes no mesmo local.

O levantamento mostra que na capital do estado há um crescimento médio diário de 25% do número de casos. O número passou de 5 para 25 casos em apenas 10 dias.No dia 31 de março eram 16 bairros com casos na cidade, e a maior parte das pessoas doentes não sabiam informar o contato de origem, ou seja, onde foi infectado. Esses casos são caracterizados como transmissão comunitária.

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