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Pai de brasileira sofre ataque cardíaco e morre após conquista inédita da filha

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O pai de Cátia Oliveira, atleta brasileira, morreu após a filha conquistar, no último sábado, a medalha de prata no Mundial de Tênis de Mesa
Paralímpico classe SF1-2, tornando-se a primeira a alcançar tal feito para o esporte brasileiro.

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O pai de Cátia Oliveira sofreu ataque cardíaco e morreu após a filha conquistar medalha inédita em Mundial de Tênis de Mesa paralímpico
Roberto Castro/rededoesporte.gov.br

O pai de Cátia Oliveira sofreu ataque cardíaco e morreu após a filha conquistar medalha inédita em Mundial de Tênis de Mesa paralímpico

Após a final da competição que acontece na Eslovênia, o pai de Cátia Oliveira
, Flávio Alves, conhecido como Preto em sua cidade, faleceu vítima de um ataque cardíaco
– ele já havia passado mal após o resultado da semifinal. Ainda antes da cerimônia de entrega das medalhas, a atleta soube da triste notícia, mas decidiu ir ao pódio para homenagear o pai.

Em nota, a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, disse que o pai, sempre que podia, colocava as medalhas no peito da filha. Os atletas e todos presentes no ginásio no momento fizeram um minuto de silêncio. O presidente da entidade, Alaor Azevedo, também se manifestou.

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“É com muita tristeza que recebemos essa notícia, num dia de tamanha alegria para o nosso esporte, que conquistou uma inédita medalha de prata no Mundial. A família é a coisa que mais prezamos no tênis de mesa. Tomara que Cátia, que é uma atleta que já superou um grave acidente quando era adolescente, tenha forças para superar essa perda. No que depender da CBTM, daremos todo o apoio”, disse.

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Também por meio de nota, o Ministério do Esporte lamentou o ocorrido. “Foi com profunda tristeza que recebi a notícia do falecimento do senhor Flávio Alves, pai da atleta Catia Oliveira, de 27 anos, que neste fim de semana levou o Brasil a um feito histórico. Catia, paralímpica da Classe 2, para cadeirantes com mobilidade restrita, levou o Brasil, pela primeira vez, a uma final individual de um Campeonato Mundial de tênis de mesa”, escreveu Leandro Cruz, ministro do Esporte.

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“Ela superou a número três e a número dois do ranking da Federação Internacional de Tênis de Mesa durante o evento em Celje, na Eslovênia, antes de terminar com a medalha de prata. Infelizmente, seu pai passou mal na sexta-feira à noite em Cerqueira Cesar, interior de São Paulo, e, neste sábado, veio a óbito. A Cátia e aos demais familiares e amigos do senhor Flávio e aos amantes do esporte paralímpico, meus profundos sentimentos”, finalizou.

Cátia tinha o sonho de ser jogadora de futebol e teve a carreira interrompida em 2007, quando sofreu um acidente de carro e perdeu os movimentos das pernas. Na ocasião, ela havia sido convocada para a seleção brasileira sub-17 de futebol feminino e jogaria o Mundial da categoria.

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O pai de Cátia Oliveira
a apoiou a mudar de modalidade e em 2013 ela passou a praticar tênis de mesa, disputando a Paraolimpíada em 2016, no Rio de Janeiro. Antes, em 2015, havia ganhado o Para-Pan. Neste ano, ao conquistar a medalha de prata, ela se tornou a atleta do Brasil a chegar mais longe em disputas individuais na história dos Mundiais.

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Apresentado, Rogério Ceni cita Zico e promete Flamengo ofensivo

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Apresentado à torcida e à imprensa como técnico do Flamengo, Rogério Ceni prometeu um time agressivo, “com o máximo de atacantes possível”. Na entrevista coletiva que concedeu nesta terça-feira (10) à tarde, pouco antes de comandar a primeira atividade no Ninho do Urubu, o treinador enalteceu o elenco que terá à disposição para trabalhar.

“O que importa é que os atletas se sintam à vontade. A longo prazo, temos que seguir o estilo do Flamengo, que é de um time ofensivo, que marca à frente e gosta da posse de bola. Se tenho bons jogadores em uma mesma posição, tenho de encontrar um jeito de colocá-los para jogar. O problema é que aqui tem muitos bons em várias posições, então alguém acaba ficando fora. Você pode usar o [Giorgian De] Arrascaeta e o Everton [Ribeiro] pelos lados. Pode usar Bruno [Henrique], Gabriel [Barbosa, o Gabigol] na frente. Ainda tem Vitinho, Pedro, Pedro Rocha, Michael. Essa [ataque] é a área que mais gosto de mexer, pois libera a criatividade. Além de um meio-campo que tem Gerson, [Thiago] Maia, [William] Arão e outros tantos jovens da base”, descreveu Ceni.

O técnico Rogério Ceni visita as instalações do Ninho do Urubu, Centro de Treinamento do Flamengo.

Se no ataque sobram opções, a defesa tem sido uma dor de cabeça no Flamengo. O time carioca sofreu 29 gols em 20 partidas pela Série A do Campeonato Brasileiro – oito apenas nas duas últimas partidas do torneio, nas derrotas por 4 a 1 para o São Paulo e 4 a 0 para o Atlético-MG. Somente o Goiás, que é o último colocado, foi mais vazado que o Rubro-Negro, que ocupa o terceiro lugar.

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“Só amanhã [quarta-feira, dia 11] é que vamos poder responder, mas acho que erro defensivo é fruto de [erros de] sistema de jogo. A crítica existe a um determinado jogador ou outro, principalmente zagueiros, goleiros, enfim. Quando se tem um número elevado de gols sofridos, temos que tentar ajustar, com a colaboração de todos. Aqui a gente vem para gerar ideias e colocar situações para os atletas. São eles que vão resolver dentro de campo”, avaliou o técnico, já projetando a possível estreia no comando do Rubro-Negro, diante do São Paulo, às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Ceni é o substituto do catalão Domènec Torrent, demitido após a goleada sofrida para o Atlético-MG no último domingo (8). O ex-goleiro deixou o comando do Fortaleza após cerca de três temporadas no clube – com uma rápida passagem pelo Cruzeiro no período. Pelo Leão do Pici, foi bicampeão cearense e conquistou os títulos da Copa do Nordeste e da Série B do Brasileirão, com 60% de aproveitamento em 153 jogos.

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“Primeiro, sou muito agradecido ao Fortaleza. Eu sei que o torcedor fica triste e eu, logicamente, deixo parte do meu coração em Fortaleza. Mas acho que ele compreende o tamanho do desafio. Um convite do Flamengo, no momento que o Flamengo vive, é difícil de recusar”, disse o treinador, que revelou ter contatado o ex-jogador Zico, maior ídolo rubro-negro, antes de assumir o cargo.

“Esse é meu 30º ano trabalhando com futebol. Já enfrentei muitas vezes o Flamengo. Vi Maracanã com casa cheia, vi Zico, Júnior, e tantos craques da história do Flamengo. Até mandei uma mensagem ao Zico antes de chegar aqui, se ele me permitia a entrada. É um cara por quem tenho um fanatismo grande, talvez pela relação com as faltas. É um ícone do futebol brasileiro, um cara único. Ele me respondeu do Japão. Então, eu me sinto com permissão de sentar nessa cadeira”, declarou Ceni, que assinou contrato até dezembro do ano que vem.

Confira a classificação da Série A do Campeonato Brasileiro aqui.

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