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Os prós e os contras do novo scooter Honda Elite 125

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Bonitinho, o scooter Honda Elite 125 não é muito amigo das ruas esburacadas
Guilherme Marazzi

Bonitinho, o scooter Honda Elite 125 não é muito amigo das ruas esburacadas

Não tem dois meses que o novo scooter Elite 125 da Honda chegou às ruas e é justamente nelas que podemos verificar a curiosidade da comunidade scooterística, que não perde a chance de perguntar qualquer coisa sobre o veículo sempre que para ao eu lado, no semáforo. Os scooteres definitivamente já conquistaram a simpatia do povo, motociclístico ou não, pelas mais diversas razões, entre as principais, o visual de modernidade, a praticidade e a facilidade de pilotagem. Mas é o baixo custo que faz com que cresça o desejo de possuir um scooter de entrada, como o novo Honda Elite 125.

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Custando R$ 8.250, bem menos do que o seu companheiro de marca PCX 150 , que custa R$ 11.620, ou os dois scooteres da linha premium SH, o 150i, que custa R$ 12.700, e o 300i, que custa R$ 24.090, o Honda Elite 125 , no entanto, paga o preço da economia. Apesar de bonitinho, o Elite é muito simplificado. O acabamento nem chega perto dos outros três, o banco, sob o qual se pode guardar um capacete aberto pequeno (não é qualquer capacete aberto que cabe), tinha dificuldade em travar e podia ser aberto puxando com força. O sistema de chave de ignição e trava do guidão tinha folga e não funcionava direito.

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Ao guidão do Honda Elite 125


O Honda Elite 125 oferece praticidade e versatilidade para o uso na cidade. Veja mais impressões a seguir
Guilherme Marazzi

O Honda Elite 125 oferece praticidade e versatilidade para o uso na cidade. Veja mais impressões a seguir

A grande virtude do Elite é a sua agilidade. Pequeno e ágil, permite serpentear por entre os automóveis no trânsito pesado com muita facilidade, mas não é indicado para maiores velocidades. Pilotos de maior estatura podem não encontrar a perfeita posição de pilotagem, mas é o garupa que sofre mais, principalmente por não ter um apoio confortável para seus pés. Os scooteres mais sofisticados têm pedaleiras retráteis para o garupa. A alça traseira de alumínio, no entanto, é muito boa.

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A combinação de rodas de pequeno diâmetro, 12 polegadas na frente e 10 atrás, mais as suspensões muito limitadas, 90 mm de curso na frente e 70 mm atrás, faz com que as ruas de São Paulo, que provavelmente têm o pior asfalto do mundo, não sejam amigas do Elite. É claro que qualquer scooter sofre em pisos esburacados, mas o Elite pula demais e chega a perder o contato com o solo. Nas primeiras impressões em Santos, que tem ruas muito mais civilizadas, esse problema não foi percebido com essa intensidade.

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Outra boa característica do Honda Elite 125 é a rapidez com que acelera. A capacidade em vencer aclives também foi bastante apreciada. Quem lembra do antigo Honda Lead 110 vai gostar do Elite nesse aspecto. Os freios são eficientes, dianteiro a disco e traseiro a tambor, com sistema CBS que aciona o dianteiro juntamente com o traseiro. O melhor mesmo do Elite é uma simples trava no manete esquerdo que funciona como um freio de estacionamento, permitindo estacioná-lo em qualquer lugar. Um detalhe tão pequeno que deveria ser obrigatório em qualquer veículo de duas rodas que tenha transmissão automática.

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É claro que o preço bem mais acessível do Honda Elite 125 o habilita a ser a escolha mais racional entre os quatro scooteres da Honda, mas é sempre bom ponderar pontos positivos e negativos de todos. Como todos eles têm novidades para a linha 2019, vamos aqui analisar um por um. Começamos aqui com o Elite, depois o SH 300i, o SH 150i, o PCX e até a Honda Pop 110i, que também integra o time de veículos acessíveis da marca. Aguarde.

Fonte: IG Carros
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Range Rover Sport HST estreia motor, 3.0 de 6 cilindros, eletrificado

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Range Rover Sport chega com novo conjunto mecânico pensado para entregar suavidade, eficiência e confiabilidade
Divulgação

Range Rover Sport chega com novo conjunto mecânico pensado para entregar suavidade, eficiência e confiabilidade

A Land Rover lança a série especial HST do SUV Range Rover Sport. Segundo a marca, a novidade se destaca por combinar o novo motor 3.0 de 6 cilindros em linha da família Ingenium a um sistema híbrido leve. O lançamento representa, com este tipo de hibridização, o primeiro passo para consolidar o plano da marca britânica de oferecer uma versão eletrificada em cada gama a partir de 2020. De acordo com a marca, ainda não há previsão de chegada do carro ao Brasil.

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Desenvolvido e produzido em Wolverhampton (Reino Unido), o novo motor do Range Rover Sport aposta nos recursos de tecnologia e substitui o V6 usado até então pelo grupo. A marca diz que os motores de seis cilindros em linha são melhor balanceados do que os modelos V6 e, neste caso especificamente, promete otimizar a eficiência energética em todas as condições de operação.

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Entre outras sofisticações, o motor do SUV premium traz sistema de sobrealimentação com dois turbos e um compressor volumétrico elétrico, além do sistema híbrido leve que faz uso de um pequeno motor elétrico para auxiliar na redução do consumo e garantir força extra em situações de alta demanda. Segundo a marca, desenvolve um total de 400 cv e 56 kgfm, capazes de uma aceleração de 0 a 100 km/h em 6,2 segundos, velocidade máxima de 225 km/h, consumo de 10,7 km/l, reduções de 12% nas emissões de CO2 e 75% na emissão de partículas.

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Conjunto de última geração no Range Rover Sport


Range Rover Sport estreia o sistema híbrido rm conjunto com o motor seis cilindros em linha. Veja o que a marca tem a dizer
Divulgação

Range Rover Sport estreia o sistema híbrido rm conjunto com o motor seis cilindros em linha. Veja o que a marca tem a dizer

Segundo os executivos da Land Rover declaram: “Os recursos avançados, incluindo um supercharger elétrico, garantem desempenho e respostas para o Range Rover Sport, enquanto o sistema inteligente MHEV coleta energia para melhorar a economia de combustível e reduzir as emissões”. A novidade está estreando neste momento do Range Rover Sport, mas certamente chegará a outros modelos do grupo em breve.

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As vendas do Range Rover Sport acabam de ser iniciadas no Reino Unido, com preço de 81 mil libras (cerca de R$ 389.500 numa conversão direta). No visual, as novidades da série incluem capô em fibra de carbono, bancos dinâmicos elétricos com 16 opções de ajuste, pinças de freio vermelhas, detalhes cromados e paleta de cores com as tonalidade Santorini Black, Fuji White, Indus Silver, Firenze Red e Carpathian Grey. As novidades eram o que o consumidor da marca esperava, uma vez que já necessitava de uma atualização.

Fonte: IG Carros
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