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Os perigos do Wi-Fi aberto: saiba como navegar de maneira segura

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Quando se está fora de casa, e principalmente durante viagens, uma das primeiras coisas a fazer é procurar por um Wi-Fi aberto. No entanto, a maioria das pessoas não imagina que a conexão por esse meio passa longe de ser inofensiva.


Pessoa com o celular em mãos, conectando no WiFi
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Conectar-se por meio de um Wi-Fi aberto pode trazer algumas consequências a seu dispositivo

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Quando uma pessoa se conecta a uma rede de  Wi-Fi aberto , como as de cafés e hostels, você passa a compartilhar a rede com estranhos. Com conhecimento e equipamentos técnicos básicos, esses desconhecidos podem monitorar ou até mesmo modificar o seu tráfego de internet.

Diferente das redes domésticas, que geralmente são protegidas com protocolos de segurança, as redes públicas de Wi-Fi são muito mais fáceis de invadir. 

De acordo com Harold Li, vice-presidente da empresa ExpressVPN, é possível que hackers usem uma técnica para enganá-lo de modo que você pense que esteja em uma conexão segura quando, na realidade, eles têm acesso a seus dados, inclusive senhas.

“Pense como se você estivesse compartilhando uma caixa postal com estranhos. É difícil saber se seus envelopes foram abertos com vapor, por exemplo, se o conteúdo foi lido e até mesmo modificado”, explica Harold.

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Soluções para uma navegação mais segura no Wi-Fi aberto


Pessoa conectada com segurança
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Existem alguns cuidados para manter uma navegação segura e preservar o seu dispositivo

Com esse perigo em mente, existem algumas formas de se conectar sem passar pelo risco de ter o seu aparelho invadido. Igor Rincon, especialista em segurança da informação na empresa Flipside (empresa de conscientização em segurança cibernética), dá algumas dicas do que fazer para navegar da maneira mais segura possível:

  • usar anti malware preferencialmente pagos;
  • sempre desconfiar de promoções ou mensagens que algum hacker pode usar para chegar até você;
  • usar cofre de senhas em todas redes sociais ou sites que você usa

O especialista ainda completa: “Grande parte das ameaças em torno de uso da rede pública de Wi-Fi envolvem interceptações de dados. Então a primeira coisa ser feita é trocar suas senhas com a opção desconectar de outros dispositivos”.

Por outro lado, Harold Li ressalta que usar senhas fortes podem ajudar a manter a segurança dos seus dados e de suas contas: “As pessoas ainda utilizam senhas fáceis de serem quebradas (aquelas que são curtas e usam palavras do cotidiano) em diversos sites. As senhas devem ser longas, incluir números e símbolos e não conter palavras comuns”.

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Harold também afirma: “Se você não pode criar uma senha única para cada site e serviço, você deve pelo menos usar uma senha específica para cada uma de suas contas mais sensíveis como e-mail e conta de banco. A melhor maneira de gerenciar diversas senhas é utilizando ferramentas de gerenciamento de senhas confiáveis”.

Criptografia e VPN


Conexão segura
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A criptografia garante que apenas você e o destinatário possam ver as informações enviadas e recebidas

Outra forma de evitar que seus dados sejam colhidos pelos invasores é a denominada criptografia, que consiste numa técnica utilizada  para impedir que um hacker compreenda ou modifique suas informações.

“A criptografia protege sua privacidade e segurança não só dos que utilizam a mesma conexão Wi-Fi, mas também do seu provedor de internet e até mesmo do governo”, Harold Li aponta. “É como usar uma linguagem secreta de códigos que somente você e o destinatário entendem”.

Um método que as empresas usam para manter a segurança da navegeção é a VPN (Rede Virtual Privada). Funciona como um  túnel seguro entre dois ou mais dispositivos. 

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Sendo assim, é recomendável que o internauta tome cuidado ao se conectar por meio de um Wi-Fi aberto. “A dica principal que eu dou é: Pense como um atacante iria usar suas informações para te chantagear ou usá-las contra você. Dessa forma todo o seu comportamento passa por um filtro antes de ser feito”, destaca Igor Rincon.

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Seu smartphone te dá dores de cabeça? A culpa pode ser da tela OLED

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por

Olhar Digital

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Divulgação/Google

Simulação de níveis de brilho dos novos smartphones pode causar dores de cabeça, alerta oftalmologista

Se você adquirir um novo smartphone, há uma boa chance de que sua tela seja  OLED . Esse tipo de tecnologia é bastante usada na maioria dos novos iPhones (exceto o XR), no LG G8, em carros chefe da Samsung e nos modelos intermediários de empresas como a Motorola.

Elas oferecem muitas vantagens em relação às telas de LCD, como melhor contraste, cores mais vivas e telas mais finas. Mesmo assim, alguns usuários reclamam de dor de cabeça ao utilizá-las.

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A principal causa deste problema se dá ao fato de que, em alguns níveis de brilho, as telas OLED piscam, o que causa um desconforto no usuário que pode levar a dores de cabeça se ele ficar muito tempo exposto a isso. As telas com tecnologia OLED são compostas por pequenos ponto luminosos, os LEDs, com cada um emitindo luz com uma das cores primárias: vermelho, verde ou azul.

Ter muitas fontes diferentes de luz em uma tela, em vez de uma única luz de fundo que a ilumina por inteiro, significa que quando a tela está com brilho total há melhor contraste, e as partes pretas de uma imagem são bem mais escuras.

Para entender melhor como os benefícios dessa tecnologia, pense em como os fãs ficaram irritados com a última luta contra os caminhantes brancos em “A Longa Noite”, episódio da oitava temporada de  Game of Thrones .

jovem segura celular arrow-options
shutterstock

Jovens estão mais propensos a sofrerem dores de cabeça em função da tela do smartphones

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A tela ficou escura quase o episódio inteiro, o que dificultou ver o que estava acontecendo. Mas uma boa tela OLED deixaria o episódio bem mais visível, porque o contraste seria muito maior quando comparado a uma tela LCD.

É justamente esse detalhe que torna os smartphones com tela OLED tão atraentes: com contraste elevado e pretos mais profundos, você obtém uma imagem melhor e mais realista . Mesmo com esses benefícios, a tecnologia está sendo responsável por deixar alguns usuários mais sensíveis com dores de cabeça.

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As telas OLED não possuem diferentes níveis de brilho. Quando alguém deseja diminuir o brilho em um telefone com OLED, a tela usa um método chamado de modulação por largura de pulso, que liga e desliga rapidamente os LEDs criar a ilusão de uma imagem mais escura.

Os telefones LCD não fazem isso. Em vez disso, eles usam um filtro que controla a quantidade de luz que pode passar pelo painel. Alguma luz, inevitavelmente, passará pelas áreas mais escuras da tela, tornando o preto mais acinzentado e deixando a imagem um tanto “lavada”. Mas também evita que a cintilação cause cansaço visual e dores de cabeça em algumas pessoas.

O Dr. Rai Maturi, oftalmologista e membro da Academia Americana de Oftalmologia, diz que a questão pode ser mais pronunciada entre os jovens do que nos velhos. Muitas pessoas mais velhas têm visão pior do que os jovens, ele diz, então, “as pessoas mais jovens podem discernir cintilação em uma frequência mais alta do que as pessoas mais velhas”. Maturi ainda afirmou que algumas pesquisas devem ser realizadas para determinar o papel que as telas piscantes de smartphones tem nas dores de cabeça de alguns usuários.

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Dá para melhorar

Como uma forma de diminuir isso, os usuários podem aplicar um filtro para deixar a tela mais escura, mesmo que ela esteja no brilho máximo. Nos iPhone X, XS e XR, será necessário abrir as “Configurações” e navegar até “Geral > Acessibilidade > Acomodações de Exibição > Reduzir ponto branco”. O usuário deverá reduzir o ponto branco para 95% ou abaixo e verificar se o nível de brilho do telefone está acima de 50%. Isso deve ajudar a amenizar qualquer oscilação.

No caso do Android , o sistema não possui uma opção nativa para isso, mas o usuário pode baixar um aplicativo de terceiros para que seja colocado um “filtro” escuro sobre a tela. Para que a configuração seja feita de forma correta, deve-se certificar que o brilho esteja no máximo para que os ajustes tenham resultado.

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Se nenhuma dessas configurações der resultado e as dores de cabeça e incômodos continuarem, pode ser necessário procurar um especialista para que a causa e os tratamentos necessários sejam definidos.

Via:  One Zero

Fonte: IG Tecnologia
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