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Os dez atores mais bem pagos da TV em 2018

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Nesta quarta-feira (24), a
Forbes

 trouxe à tona uma lista constituída pelos atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho do ano passado e 1º de junho deste ano. 


Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018
Divulgação

Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018

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10 – Andrew Lincoln (US$ 11 milhões)


Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018
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Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018

Conhecido principalmente por sua atuação como Rick Grimes na série de zumbi “The Walking Dead”, Andrew Lincoln foi o nome mais recente a ingressar o time de atores mais bem pagos da TV
americana. Seu salário de US$ 11 milhões dado por seu trabalho na última temporada na série da emissora AMC
lhe garantiu o décimo lugar na lista.

9 – Ty Burrell (US$ 12 milhões)


Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018
Divulgação

Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018

Afastado do cinema e focando apenas em sua atuação como o patriarca Phil Dunphy da série “Modern Family”, da ABC, Ty Burrell
conta com um salário de US$ 12 milhões, algo que o leva ao nono lugar no pódio. Seu último trabalho nas telonas foi em “Muppets Most Wanted”.

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8 – Jesse Tyler Ferguson  (US$ 13 milhões)


Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018
Reprodução/Instagram

Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018

Também conhecido pela atuação na sitcom “Modern Family”, Jesse Tyler Ferguson é considerado o oitavo ator mais bem pago da televisão
americana com seu salário de US$ 13 milhões. O ruivo interpreta Mitchell Pritchett na série da ABC
.

7 – Eric Stonestreet (US$ 13,5 milhões)


Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018
Reprodução

Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018

Outro componente do cast de “Modern Family”, Eric Stonestreet ostenta um salário de US$ 13,5 milhões. O rapaz é responsável pela interpretação de Cameron Tucker na série em questão. Além disso, sua atuação passou por “CSI: Crime Scene Investigation”. Eric também atuou como dublador durante sua carreira.

6 – Ed O’Neill (US$ 14 milhões)


Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018
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Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018

Mais um ator integrante do elenco de “Modern Family”, Ed O’Neill é intérprete Jay Pritchett de na sitcom. Seu salário conquistado na série somado com o que ganhou com publicidades durante período chega a US$ 14 milhões, o que lhe valeu a posição de sexto lugar na lista de astros mais bem pagos da televisão, produzida pela Forbes.

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5 – Mark Harmon (US$ 19 milhões)


Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018
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Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018

Intérprete de  Leroy Jethro Gibbs, na série da CBS “NCIS – Naval Criminal Investigative Service”, o ator Mark Harmon elevou seu orçamento a US$ 19 milhões quando negociou com a emissora em busca de parte dos lucros no programa, no qual também atua como produtor executivo.

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4/3 – Simon Helberg e Kunal Nayyar (US$ 23,5 milhões)


Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018
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Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018

Empatados com um salário de US$ 23,5 milhões estão dois grandes astros de “The Big Bang Theory” Simon Helberg e Kunal Nayyar, que interpretam respectivamente Howard e Raj na série em questão. Os atores aceitaram um corte de US$ 1 milhão no salário para que a equipe pudesse reforçar os salários das atrizes Mayim Bialik (Amy farrah fowler) e Melissa Rauch (Bernadette).

2 – Johnny Galecki (US$ 25 milhões)


Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018
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Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018

O ator Johnny Galecki, conhecido principalmente por interpretar Leonard em “The Big Bang Theory”, conquista a medalha de prata na lista de dez astros mais bem pagos. Além de sua atuação como o nerd carismático, Johnny também é produtor de “Living Biblically”.

1 – Jim Parsons (US$ 26,5 milhões)


Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018
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Os dez atores mais bem pagos da TV americana entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018

E por falar em “The Big Bang Theory”, o grande campeão da lista só poderia ser o grande astro da série. Jim Parsons dá vida a Sheldon, o protagonista da sitcom que já se encontra na 12ª temporada. 

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Com uma bagatela de US$ 26,5 milhões como salário, Jim fica em primeiro lugar dentre os atores mais bem pagos da TV
americana. Seu trabalho na série em questão lhe garantiu quatro premiações do Emmy Awards, dentre as seis indicações.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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