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Polícia

Operação Recressus prende 5 por homicídio em Guarantã do Norte

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 Assessoria | PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil de Guarantã do Norte (715 km ao Norte) deflagrou a “Operação Recressus”, na manhã desta sexta-feira (22.03), para o cumprimento de cinco mandados de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão. Foram presos Francisco dos Santos, Keules Jhoni de Souza Cordeiro. Edmar Ribeiro da Silva, Everaldo dos Santos Assunção,  Maicon Willian dos Santos Silva.

O objetivo da operação é esclarecer o homicídio de Marcelo Bezerra da Silva, ocorrido no último sábado, dia 16 de março. Na ocasião, foi preso em flagrante o suspeito Alex Ribeiro da Silva.

Os integrantes da organização criminosa teriam ordenado a execução da vitima e mais uma pessoa. A vítima e um amigo estavam em um bar, onde eram vigiados por um suspeito (preso na manhã de hoje). Outros suspeitos estavam em um churrasco próximo ao local do crime.Após o crime, os policiais civis iniciaram as investigações para identificar os outros suspeitos e elucidar a motivação do crime. Foi apurado que a vítima estaria “jurada” de morte por uma facção criminosa, que atuava na cidade, pois essa vítima juntamente com uma outra pessoa teriam furtado uma “boca de fumo”.

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No momento em que a vítima e o amigo saíram do bar e foram em direção a uma “boca de fumo”, dois suspeitos abordaram a vítima e um deles atirou por pelo menos quatro vezes. Dois tiros acertaram o rosto da vítima, que teve morte instantânea.

“Inicialmente identificamos os dois mandantes do crime, posteriormente, os executores. Foi representado pela prisão temporária de cinco suspeitos, sendo as mesmas deferidas e cumpridas”, disse o delegado Vanner dos Santos Neves.

 

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Polícia

Gefron intensifica barreira para impedir entrada de estrangeiros em Mato Grosso

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) vai reforçar a atuação policial em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa restringir, de forma excepcional, a entrada de estrangeiros em Mato Grosso e evitar a propagação do coronavírus (Covid-19).

Com o empenho da tropa do grupamento e da Polícia Militar (PM-MT), a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A medida restritiva é de caráter excepcional e temporária no prazo de 15 dias, podendo ser prorrogado.

No período estão proibidos a entrada de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública

“Vamos aumentar nosso efetivo de policiais atuando na fronteira para cumprir a determinação do Governo Federal. Já desempenhamos um trabalho periódico de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e agora vamos intensificar ainda mais”, afirma o comandante do Gefron, tenente-coronel PM, Fábio Ricas.

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A base operacional do grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres).

A portaria traz algumas exceções. Fica autorizada a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro.

A restrição de que trata esta portaria não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

O descumprimento das medidas disciplinadas nesta portaria implicará em responsabilização civil, administrativa e penal do agente infrator, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

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