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Polícia

Operação LOX: Suspeitos enganavam vítimas com preços atrativos de veículos de luxo

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Assessoria | PJC-MT

Oito pessoas foram presas durante deflagração da operação LOX, na manhã desta quarta-feira (31) em quatro cidades mato-grossenses em ação conjunta da Polícia Judiciária Civil, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), e o Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção da Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (NUROC-ES).

As diligências, objetivando o cumprimento dos 12 mandados de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva, são realizadas com apoio de outras unidades da Polícia Civil, como a Gerência de Operações Especiais (GOE), a Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) e a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (DEMA).

De acordo com o delegado titular da GCCO, Diogo Santana, os presos vão responder criminalmente por estelionato e organização criminosa e serão apresentados ao Juízo de Vitória no Espírito Santo.

O delegado destaca ainda a relevância dos mandados de busca para a continuidade das investigações e conseguente identificação de todo a organização criminosa. “Além das prisões, também foram realizadas apreensões de material que subsidiará os trabalhos investigativos em andamento, como anotações, extratos bancários, comprovantes de depósitos e telefones celulares”.

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A operação

Batizada de LOX, a operação faz referência a um anagrama construído com as letras do site de comércio virtual, utilizado pelos criminosos.

As investigações apontaram que os suspeitos simulavam a comercialização de veículos de luxo, usavam comprovantes de depósitos falsificados, ludibriando as vítimas que eram atraídas por preços muito abaixo do mercado. Os criminosos negociavam os veículos que, de fato, não pertenciam a eles. Uma das vítimas chegou a depositar R$ 185 mil, em contas bancárias indicada pelos suspeitos.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Alta Floresta.

Saiba mais: Organização criminosa de golpes pela internet é alvo de operação das Polícias do ES e MT

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Polícia

Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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