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Polícia

Operação conjunta cumpre 3 mandados e combate o tráfico de drogas em Jaciara

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A ação resultou na apreensão de drogas, balanças de precisão, uma arma de fogo, munições e cerca de R$ 4 mil em dinheiro. Os suspeitos alvos dos mandados não foram localizados, porém estão identificados e responderão pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições.Três mandados de busca e apreensão domiciliar foram cumpridos em uma operação conjunta da Polícia Judiciária Civil e Polícia Militar, deflagrada na terça-feira (26.03), com objetivo de combater a criminalidade, especialmente o tráfico de drogas no município de Jaciara (144 km ao Sul).

A operação foi deflagrada pelas equipes da Polícia Civil e Polícia Militar de Jaciara e do distrito de São Pedro da Cipa, com objetivo de dar cumprimento a mandados de busca e apreensão domiciliar nos bairros Vika Santo Antônio e Jardim João de Barro.

Durante buscas no primeiro alvo, os policiais apreenderam um tablete e uma porção pequena de maconha, que estavam escondidos no forro da residência e R$ 3.450 que estavam guardados em um guarda-roupas. O suspeito alvo da investigação não estava em casa no momento do cumprimento do mandado, sendo sua companheira conduzida a delegacia para prestar esclarecimentos.

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No segundo endereço no bairro Santo Antônio, foram apreendidos uma porção de maconha e um cigarro da mesma substância, rolo de papel filme utilizado para embalar a droga, além de um revólver calibre 32 com quatro munições. Em continuidade as buscas, os policiais localizaram mais uma porção de maconha, duas balanças de precisão, diversas munições calibre 32 e 22, além de R$ 1.321 em dinheiro.

O investigado também não foi localizado na residência, porém duas testemunhas que estavam na residência foram conduzidas a Delegacia de Jaciara para serem ouvidas. Os suspeitos estão identificados e responderão pelos crimes em inquérito policial.

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Polícia

Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão, Dono da Havan e alvo

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A Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão, na manhã desta quarta-feira (27), referentes à investigação sobre notícias falsas conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apura ameaças a ministros.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas em 14 endereços de São Paulo (11 na capital e 3 em Araraquara, no interior do estado), 3 do Distrito Federal, 6 do Rio de Janeiro, 1 do Mato Grosso, 3 do Paraná e 3 de Santa Catarina.

 

A PF também realiza nesta quarta outras três operações: a Lazarus, no Rio de Janeiro, que apura fraudes na Previdência Social; a Camilo, que investiga desvios de recursos públicos da saúde no Rio Grande do Sul; e a Cara Dura, que visa desarticular um grupo criminoso envolvido em dezenas de furtos cometidos contra várias instituições financeiras no Tocantins e em outros estados.

O inquérito, que corre em sigilo, foi aberto no dia 14 de março de 2019 pelo presidente do STF, Dias Toffoli, com a intenção de investigar a existência de uma rede de produção e propagação de fake news.

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Os alvos da operação são os seguintes:

Alvos de mandados de busca e apreensão, com computadores, celulares, tablets e outros dispositivos eletrônicos apreendidos:

• o ex-deputado federal Roberto Jefferson;
• o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan;
• o blogueiro Allan dos Santos, próximo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido);
• o músico e humorista Rey Biannchi;
• o youtuber Enzo Leonardo Suzin Momenti;
• a ativista bolsonarista Sara Winter;
• o empresário Edgard Corona, presidente da rede de academias Smart Fit;
• o comandante Winston Rodrigues Lima, coordenador do Bloco Movimento Brasil;
• o ativista bolsonarista Marcelo Stachin;
• o youtuber Bernardo Pires Kuster;
• o ativista Eduardo Fabris Portella.

Prestarão depoimento à PF em até dez dias como parte das investigações, mas não tiveram equipamentos apreendidos:

• a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP);
• a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF);
• o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ);
• o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR);
• o deputado federal Cabo Junio do Amaral (PSL-MG);
• o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança;
• o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP);
• o deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP).

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Segundo a analista de política Daniela Lima, o ministro Alexandre de Moraes determinou que os conteúdos das postagens feitas por esses deputados sejam 100% preservados para análise, mas não ordenou busca e apreensão para tais casos.

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) se manifestou no Twitter sobre as ações da Polícia Federal. “O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital”, disse ele. “Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta?”, questionou.

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