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Operação ajuda Ministério da Saúde a medir impacto do Programa Vida no Trânsito; veja balanço

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Mais de 480 testes de alcoolemia foram realizados durante uma série de blitz acompanhadas pela Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), entre as noites de sexta-feira (29) e domingo (1). A ação faz parte da Pesquisa Vida no Trânsito, desenvolvida por alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG) e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), junto ao Ministério da Saúde. 

O estudo analisa o impacto do Programa Vida no Trânsito (PVT) em 14 capitais nas cinco regiões do país, considerando aspectos determinantes das lesões e mortes causadas pelos acidentes de trânsito. Em Cuiabá as abordagens aconteceram respectivamente nas avenidas Historiador Rubens de Mendonça, Arquimedes Pereira Lima, XV de Novembro e Tenente Coronel Duarte.

No total foram lavrados 166 Autos de Infração de Trânsito (AIT) durante a operação, sendo 39 por dirigir sob efeito de álcool (artigo 165); 10 por recusar-se a realizar o teste do etilômetro (artigo 165ª); 30 por dirigir sem CNH (artigo 162 I); 50 por dirigir veículo registrado sem estar licenciado (artigo 230); e 7 por dirigir com CNH vencida há mais de 30 dias (artigo 162 V).

Além disso, houve registros de 30 Autos por infrações diversos e oito prisões por embriaguez e desacato (artigo 306 V). Ao longo dos quatro dias de trabalho, 96 veículos, entre carros e motos foram removidos.

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O professor da UFG, Otaliba Libânio, explica que os números integrarão o estudo do Ministério da Saúde, apontando a prevalência de fatores de risco nos acidentes de trânsito, como uso de celular, alta velocidade e beber e dirigir. “O objetivo principal é avaliar o impacto do Programa. Para isso, fazemos coletas e, além, dos números das blitz, entrevistamos os motoristas.”

A avaliação, que começou em março deste ano, acontece em cidades ou regiões metropolitanas com mais um milhão de habitantes. Para isso, foram sorteadas duas cidades por região do país. Neste contexto Cuiabá é o 13ª município a receber a equipe responsável pelo levantamento, antecedendo São Paulo (SP).

De acordo com o titular da Pasta, Antenor Figueiredo, em Cuiabá o Vida no Trânsito já identificou três fatores críticos quando se trata de mortalidade no trânsito: as altas taxas de acidentes envolvendo motociclistas, consumo de bebida alcoólica e alta velocidade.“Temos feito um trabalho para reduzir os óbitos. Já observamos resultados, principalmente nas vias onde temos radares”, explica.

A Blitz é realizada em parceria com o Gabinete de Gestão Integrada (GGI); o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTRAN); a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran); o Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT); a Polícia Rodoviária Federal (PRF); a Secretaria de Segurança Pública (Sesp); e Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP).

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O PVT em Cuiabá

A secretária-adjunta, Luciana Zamproni lembra que a Semob  já está trabalhando com um plano de ações para 2020.  No início do mês, representantes do Ministério da Saúde estiveram na Secretaria para discutir ações do Projeto Vida no Trânsito. No encontro, os gestores fizeram um balanço das ações adotadas desde 2013 para a redução da mortalidade nas vias do Município.

“Com os dados em mãos e o resultado do estudo poderemos estabelecer diretrizes para o programa. É importante destacar que o planejamento é feito em parceria com a equipe da Vigilância Epidemiológica, a Diretoria de Trânsito e as comissões de dados”, diz a adjunta.

Em Mato Grosso o Vida no Trânsito conta com a parceria de órgãos como a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Detran, Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec), Polícia Militar (PM), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria de Estado de Saúde, além das secretarias municipais de Mobilidade Urbana e Saúde.

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Brasil confirma 807 mortes e 11,6 mil novos casos de Covid-19 em um dia

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O Brasil registrou nas últimas 24 horas a confirmação de 807 mortes e de 11.687 novos casos confirmados de Covid-19 no país.

Com os novos números, o país possui 374.898 casos confirmados e 23.473 mortes relacionadas ao novo coronavírus. De acordo com os números da Universidade Johns Hopkins, o Brasil é o segundo país com mais casos da doença (atrás apenas dos Estados Unidos, com 1,6 milhão) e o sexto com mais mortes.

Os números do boletim diário divulgado pelo Ministério da Saúde dizem respeito às confirmações de novos casos e mortes registradas ao longo do último dia, independentemente da data em que tenham ocorrido. Novos casos e mortes demoram a serem confirmados em função dos prazos para a realização de testes e pela própria dinâmica de trabalho das secretarias estaduais de Saúde.

Segundo a pasta, dos casos confirmados, 153.833 são pessoas que já se recuperaram da doença. Outros 197,5 mil casos estão em acompanhamento. Além das 23,4 mil mortes já confirmadas, outros 3.742 óbitos já ocorridos estão sendo estudados para a possibilidade de relação com a Covid-19.

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Regiões

O estado de São Paulo, com 83,6 mil casos e 6,2 mil mortes, é o que concentra o maior número de ocorrências da doença no país. Na sequência, aparecem o Rio de Janeiro, que voltou a ser o segundo estado com o maior número de casos, ao se aproximar de 40 mil diagnósticos (39,2 mil). No Rio, foram registradas 4,1 mil mortes.

Na sequência, aparecem Ceará (36,1 mil casos e 2,4 mil mortes), Amazonas (30,2 mil casos e 1,7 mil mortes), Pernambuco (28,3 mil casos e 2,2 mil mortes) e Pará (26 mil casos e 2,3 mil mortes).

Boletim - 25/05

Boletins Coronavírus – 25/05

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