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Oito em cada 10 pessoas apoiam atitude contra homofobia nos estádios

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Homofobia ainda é um tabu no futebol arrow-options
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Homofobia ainda é um tabu no futebol

“Aos 19 minutos do segundo tempo, a partida foi paralisada para informar ao delegado do jogo e aos capitães de ambas as equipes a necessidade de não acontecer novamente e para informar no sistema de som do estádio o pedido para que os torcedores não gritassem mais palavras homofóbicas”.

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Isso é o que diz a súmula da partida entre Vasco e São Paulo, em 25 de agosto, válida pelo Brasileirão, assinada pelo árbitro Anderson Daronco, se tornando um marco na história do futebol nacional: pela primeira vez um jogo foi interrompido devido a manifestações homofóbicas de uma torcida.

A partir disso, a internet se dividiu entre aqueles que concordaram com a decisão do juiz e os que acharam um exagero. Por isso, a Toluna, empresa fornecedora de insights do consumidor sob demanda, decidiu mensurar a aprovação da decisão.

Para 83% dos entrevistados na pesquisa, a norma que pode fazer com que o clube até perca pontos no campeonato é correta, enquanto  outros 11% acham que essa determinação não é boa, já que as torcidas gritam esses cantos por brincadeira. 5% não tem opinião formada.

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Já quando se trata sobre qual punição deve ser tomada, 54% acreditam que deveria ser jogos sem torcida do time agressor; 43% opinaram que deve ter uma multa em dinheiro para o time agressor; 41% acham que a perda de pontos é o melhor castigo; 33% esperam que o clube da torcida agressora deveria perder o mando de campo; e 7% disseram que não havia ter nenhuma punição.

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Para 5% das pessoas, a punição deveria ser outra, como identificar e expulsar os torcedores ou prisão para os mesmos ou até o rebaixamento do time.

A pesquisa também questionou aos entrevistados se eles acham que alguma empresa que patrocina o time pode ter problemas com sua imagem devido a essas ofensas.

Para 63% das pessoas, os patrocinadores podem sim ter problemas devido aos gritos homofóbicos. Já 36% dos que respoonderam acham que as marcas não têm nada a ver com essa questão, por isso não terão problemas; 0,5% não opinou.

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Além disso, o estudo também perguntou se, após essa medida, as pessoas acreditam que as torcidas podem parar com esse tipo de canto. Para 59% a respoista foi “sim”, que os gritos homofóbicos devem parar; já 20% acham que nada vai mudar, enquanto 22% não sabem se a medida terá algum efeito.

A pesquisa sobre a homofobia nos estádios foi realizada com 581 pessoas no Brasil, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Abep (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa), onde entrevistados da classe C2 tem renda média domiciliar de R$ 1.625 por mês. Pessoas acima de 18 anos, de todas as regiões brasileiras, com 3% de margem de erro e 95% de margem de confiança.

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Martine Grael e Kahena Kunze estarão em Tóquio 2020

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As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze garantiram, no último final de semana, a participação na próxima edição dos Jogos Olímpicos. A vaga, em Tóquio, na disputa da classe 49er FX de vela, foi garantida no mundial realizado em Geelong (Austrália).

As brasileiras, que ficaram com o ouro nos Jogos do Rio (2016), carimbaram o passaporte para Tóquio ao terminarem o mundial na 12ª posição.

Além de Martine e Kahena, o final de semana também foi de classificação olímpica para Marco Grael e Gabriel Portilho. Eles defenderão o Brasil na classe 49er ao encerrarem o Mundial de Geelong na 13ª posição.

Edição: Fábio Lisboa

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